“beto do bandolim” em 21/03/2019

“beto do bandolim” em 21/03/2019


no âmbito da sam – semana arte mulher – 2019, na figueira da foz, a animação musical nos jardins de inverno do cae, ficou a cargo da banda “beto do bandolim”.

composição da banda neste show:
 
bandolim: adalberto cavalcanti (beto do bandolim)
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percursão – wilmar chagas
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viola – bruno pereira
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vozes –  geraldo maia e clarisse fernandes
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ao longo da semana deu três espectáculos, todos eles com reportórios diferentes, no primeiro fotografei, o segundo e o terceiro, com autorização do beto, filmei.
 
com equipamento básico para gravações em zonas de luminosidade uniforme, o registo é o possível com a qualidade que se pode ver. mas era bom demais para se perder.
 
nesta gravação utilizei outra máquina mas mesmo assim os resultados não foram famosos.
 
se não gostarem da imagem, fechem os olhos e oiçam, vale a pena

luis filipe castro mendes nas 5as de leitura

luis filipe castro mendes nas 5as de leitura


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Luís Filipe Castro Mendes nasceu em 1950 e, ainda muito cedo, entre 1965 e 1967, foi colaborador do jornal Diário de Lisboa-Juvenil. Em 1974, licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa e desenvolveu, a partir de 1975, uma carreira diplomática, tendo nomeadamente sido Cônsul Geral no Rio de Janeiro e depois Embaixador em Budapeste, Nova Deli, junto da UNESCO e, mais tarde, junto do Conselho da Europa, em Estrasburgo

 
Foi o Ministro da Cultura do XXI Governo Constitucional da República Portuguesa.
 
Enquadrável numa estética pós-modernista, a sua obra revela um universo enigmático onde o fingimento e a sinceridade, o romântico e o clássico, a regra e o jogo conduzem às realizações mais lapidares e expressivas.
 
Manuel Alberto Valente nasceu em Vila Nova de Gaia, em Novembro de 1945, e é licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, cidade onde reside. Depois de uma breve passagem pelo jornalismo, tem dedicado toda a sua vida à actividade editorial.
 
Publicou quatro livros de poesia: Cartas para Elina (1966), Viola Interdita (1970), Os Olhos de Passagem (1976) e Sete (desen)cantos (1981), estando representado em diversas antologias nacionais e internacionais.
 
Em 2008, foi agraciado pelo Governo francês com o título de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras.
 
Enquanto editor, Manuel Alberto Valente passou pela editora Dom Quixote e pela Asa, sendo actualmente director da Divisão Editorial e Literária de Lisboa da Porto Editora.
 
do evento aqui fica o registo considerado relevante pelo editor
maria antónia palla na sam 2019

maria antónia palla na sam 2019


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Maria Antónia Palla nasceu no Seixal, em 1 de Janeiro de 1933, numa família laica, republicana e liberal que lhe transmitiram os valores da Liberdade, Igualdade e Fraternidade que têm norteado a sua vida. É casada, tem um filho e dois netos.

É licenciada em Ciências Histórico- Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa.


O jornalismo foi a sua única profissão. Trabalhou em diversos jornais, revistas e televisão, tendo-se destacado no tratamento de temas culturais e sociais.


Como cidadã empenhada na política, participou em todas as campanhas eleitorais antes e depois do “25 de Abril“.


Defensora apaixonada da liberdade de pensamento e de imprensa, foi a primeira mulher a ocupar o lugar de vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas e a primeira que assumiu a Presidência da Caixa de Previdência dos Jornalistas, cargo que desempenhou durante doze anos, até ao encerramento daquela instituição por um Governo socialista. Foi membro eleito do Conselho de Imprensa.


Interessada desde sempre pelos direitos das mulheres, participou activamente na campanha pela legalização do aborto.


Foi uma das fundadoras da Liga dos Direitos das Mulheres e da Biblioteca Feminista Ana de Castro Osório, núcleo especializado da Biblioteca Municipal de Belém, a segunda que existe na Europa, enquadrada num espaço público.


Defensora do acesso de todos os Povos à Democracia foi uma das fundadoras do Fórum Português para a Paz e Democracia em Angola que tem prestado apoio às forças democráticas daquele país.


Em Portugal, continua a participar civicamente em diversas acções a favor da cultura e direitos humanos.


É comendadora da Ordem da Liberdade.

http://sibila.pt/biografias/maria_antonia_palla.html

na SAM 2019, fo-lhe entregue o “Prémio Maria Barroso – Jornalismo pela Paz e pelo Desenvolvimento”

do evento aqui fica o registo considerado relevante pelo editor

maria joão fialho gouveia na sam 2019

maria joão fialho gouveia na sam 2019


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rosabela afonso e maria joão fialho gouveia

em conversa com rosabela afonso, maria joão falou da sua vida e da sua obra.
programada estava a apresentação de “Os Távoras”, o seu último livro, mas mais do que do livro foi de si que maria joão falou.
ficámos a conhecer um pouco mais da pessoa que está por detrás dos livros. dai o interesse deste registo.
biografia
Maria João Fialho Gouveia nasceu em 1961, em Lisboa.
 
Cresceu e estudou no Estoril, tendo depois cursado Comunicação Social na Universidade Nova de Lisboa. É ainda diplomada em Inglês pela Universidade de Cambridge.
 
Começou a sua carreira de jornalista aos 18 anos, conciliando-a depois com o ensino. Escreveu para o Blitz durante 16 anos, foi colaboradora do Se7e e do diário A Capital, integrou a equipa da Antena 1, trabalhou 6 anos em publicidade e foi redatora da revista VIP. Neta de professora, cedo descobriu o gosto pela leitura e pela escrita. Amante da cultura e da arte, tem agora em curso uma licenciatura em História, que faz por mero prazer. E é com igual amor que se aventura agora na escrita.”
da conversa fica o registo

“beto do bandolim”, 19/03/2019

“beto do bandolim”, 19/03/2019


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beto com sophia (molde em gesso da autoria de francisco simões)

no âmbito da sam – semana arte mulher – 2019, na figueira da foz, a animação musical nos jardins de inverno do cae, ficou a cargo da banda “beto do bandolim”.
 
composição da banda neste show:
 
bandolim: adalberto cavalcanti (beto do bandolim)
percursão – wilmar chagas
viola – bruno pereira
voz – geraldo maia e clarisse fernandes
 
 
ao longo da semana a banda deu três espectáculos, todos eles com reportórios diferentes; no primeiro fotografei, o segundo e o terceiro, com autorização do beto, filmei.
 
com equipamento básico para gravações em zonas de luminosidade uniforme, o registo é o possível com a qualidade que se pode ver. mas era bom demais para se perder.
 
se não gostarem da imagem, fechem os olhos e oiçam, vale a pena
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beto com sophia (molde em gesso da autoria de francisco simões)

o registo possível

abraço atlântico

abraço atlântico


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walmir chagas e geraldo maia em palco

vieram do recife, trouxeram com eles histórias de vida e da sua cultura.

juntamente com adalberto cavalcanti constituem a formação base da banda “beto do bandolim”, até junho por portugal.

senti que tinham muito para contar, senti que não os podia deixar partir sem recolher a memória que transportavam. senti e pedi. a resposta foi imediata, onde e quando?

e foi assim, com a cedência do magnífico espaço da livraria miguel carvalho, na figueira da foz, que se registou este abraço.

nada foi preparado ou ensaiado, simplesmente, como sucede na vida, aconteceu. dia 20 de março 2019, começou mais uma primavera. foi uma tarde linda.

obrigado walmir e geraldo, onde quer que estejam.

o abraço atlântico aconteceu de verdade

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walmir chagas e geraldo maia em palco

dele fica o registo