“beto do bandolim”, 19/03/2019

“beto do bandolim”, 19/03/2019


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beto com sophia (molde em gesso da autoria de francisco simões)

no âmbito da sam – semana arte mulher – 2019, na figueira da foz, a animação musical nos jardins de inverno do cae, ficou a cargo da banda “beto do bandolim”.
 
composição da banda neste show:
 
bandolim: adalberto cavalcanti (beto do bandolim)
percursão – wilmar chagas
viola – bruno pereira
voz – geraldo maia e clarisse fernandes
 
 
ao longo da semana a banda deu três espectáculos, todos eles com reportórios diferentes; no primeiro fotografei, o segundo e o terceiro, com autorização do beto, filmei.
 
com equipamento básico para gravações em zonas de luminosidade uniforme, o registo é o possível com a qualidade que se pode ver. mas era bom demais para se perder.
 
se não gostarem da imagem, fechem os olhos e oiçam, vale a pena
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beto com sophia (molde em gesso da autoria de francisco simões)

o registo possível

reler joaquim namorado em 2018


(da memória)

bom dia dr. joaquim

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joaquim namorado retratado por jaime do couto ferreira

cheguei a coimbra em setembro de 1973 e, não me lembro já porquê, fiz do tropical o meu café. ali se juntava a tertúlia de que joaquim namorado e orlando de carvalho – este por vezes de forma ensurdecedora – eram as figuras centrais.

jovem estudante, amante da leitura, ali passava as manhãs ou tardes livres a ler e, à tarde, a ouvi-los.

é no entanto depois do 25 de abril que começam as minhas conversas, fora da tertúlia, com joaquim namorado. conversas matinais entre um esquerdelho e um comunista ortodoxo.

até ao final da vida do poeta mantive com ele conversas animadas em que muito aprendi, lembro-me de lhe mostrar uns originais para colher a sua opinião, de caneta na mão lá foi riscando, cortando ….. (perdi essas folhas, como tenho perdido muita coisa na vida)

fomos amigos e isso é o mais importante. com a morte de joaquim namorado, para mim, morreu a praça da república e já pouco fui ao tropical.

setembro de 2018

no âmbito da exposição de jaime do couto ferreira e na sequência da edição do seu livro “O Herói no “Neo-realismo mágico” a editora lápis de memórias promoveu na casa da escrita, em coimbra, duas sessões sobre o poeta joaquim namorado.

neste registo reproduz-se a totalidade da sessão de 22 de setembro de 2018, em que antónio pedro pita fez uma “releitura” da obra do poeta e uma “visita guiada” à sua vida.

rui damasceno e josé antónio franco disseram poesia

 

 

O ADMIRÁVEL MUNDO DAS NOTÍCIAS FALSAS


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o primeiro registo é um excerto do colóquio “A INFORMAÇÃO NA ERA DA PÓS-VERDADE – O ADMIRÁVEL MUNDO DAS NOTÍCIAS FALSAS”, que decorreu no auditório municipal da figueira da foz, no dia 11 de junho de 2017, com a presença do vereador/escritor antónio tavares e os jornalistas fátima felgueiras, bruno paixão e josé manuel portugal.

procurei, ao fazer este excerto, não adulterar o contexto em que se inseriu a minha intervenção, em defesa das redes sociais, por forma a não entrar na era da pós-verdade – coisa que ainda haverá que esclarecer o que é.

o colóquio na sua totalidade poderá ser visionado no vídeo “notícias falsas” publicado em seguida.

ahcravo gorim

notícias falsas e as redes sociais

A INFORMAÇÃO NA ERA DA PÓS-VERDADE – O ADMIRÁVEL MUNDO DAS NOTÍCIAS FALSAS”

O referendo sobre o ‘Brexit’ no Reino Unido e a eleição presidencial nos Estados Unidos estão na origem da escolha da palavra do ano 2016.

O termo ‘pós-verdade’ foi escolhido como a palavra do ano 2016 pelos dicionários britânicos Oxford, vocábulo que surge no contexto do ‘Brexit’ (saída britânica da União Europeia) ou da eleição de Donald Trump nos Estados Unidos.

Segundo a definição dos dicionários Oxford, pós-verdade (‘post-truth’ em inglês) é um adjetivo que faz referência a “circunstâncias em que os factos objetivos têm menos influência na formação de opinião pública do que os apelos emocionais e as opiniões pessoais”.

Para ser mencionada nesta prestigiada instituição, a palavra deve ter sido utilizada em jornais ou em títulos literários por um período mínimo de 10 anos.

 

http://www.dn.pt/mundo/interior/pos-verdade-e-a-palavra-do-ano-segundo-os-dicionarios-oxford-5501592.html

 

um amigo para os amigos


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o meu amigo do mar, para os meus amigos da terra

ontem em coimbra

tarde de sol aberto, temperatura amena, sábado, dezembro.

ontem em coimbra

o adelino castro e a carla, da lápis de memórias, abriram as portas a um amigo, para a apresentação de um livro de que não eram editores, deram o que tinham. num sábado à tarde, de sol aberto, em dezembro, com a  temperatura amena

ontem em coimbra

o diamantino e a ção vieram de aveiro, o diamantino fez a apresentação do livro, com uma palestra caminhando pelos trilhos do livro e do autor. num sábado à tarde, em dezembro, pleno de sol e temperatura amena.

ontem em coimbra

a teresa namorado, veio da figueira, o manuel marques embora achacado, veio e despediu-se que em casa era preciso, a mariana alface, o fernando (com o beijo da lena também), o antónio vilhena,  a isabel faria, a conceição ruivo; estiveram numa cave, com luz artificial, num dia pleno de sol, num sábado de dezembro, à tarde.

ontem em coimbra

foi bom saber que amigos tenho que trocaram o sol de dezembro, num sábado à tarde para estarem comigo na apresentação de “sou tudo o que aqui encontras”. foi bom encontrá-los porque eu também sou eles.

obrigado por serem

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o meu amigo agostinho trabalhito, pescador da torreira e de portugal