“quando o mar trabalha” no programa “pinceladas” da foz do mondego rádio


 

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na foz do mondego rádio, na figueira da foz, conceição ruivo é autora do programa “pinceladas”, espaço áudio onde conversa sobre arte

nos dias 1 e 2 de dezembro de 2018, a conversa decorreu em torno do livro “quando o mar trabalha”

obrigado conceição ruivo por esta oportunidade, obrigado sansão coelho pela coordenação e obrigado foz do mondego rádio pela eficiência e qualidade da produção do registo áudio, de que aproveitei parte para a produção deste vídeo, com algumas das fotos que integram o livro

a conversa pode ser ouvista no vídeo

 

 

quando o mar trabalha: apresentação na figueira da foz


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apresentação realizada no auditório municipal da figueira da foz, integrada nos “7Sentidos”- Festa do Teatro e da Fotografia” organizada pelo Pateo das Galinhas – Grupo Experimental de Teatro.

a apresentação do livro foi feita por antero urbano e as falas interpretadas por actores do pateo: helena adão, ligia bugalho, filipa almeida, vitor silva e rui féteira.

o apoio da divisão da cultura da câmara municipal da figueira da foz, nomeadamente a disponibilidade de anabela zuzarte e da equipa técnica do auditório foi fundamental e inesquecível.

a todos os que estiveram presentes, ou por motivos inesperados não puderam estar, um grande abraço

(do evento fica o registo feito pelo amigo santos silva e editado por mim)

alice vieira nas “5as de leitura”


«5as de Leitura» abre com encontro com Alice Vieira

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A nova temporada do projecto municipal de promoção e incentivo à leitura «5as de Leitura», abre dia 20 de setembro, pelas 21h30, com a escritora Alice Vieira e a sua editora Cecília Andrade.

Alice Vieira nasceu em 1943, em Lisboa. É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras de Lisboa.

Iniciou a sua carreira de jornalista aos 18 anos, no Diário de Lisboa. Trabalhou em vários jornais, entre os quais o Diário de Notícias, a cuja redacção pertenceu até 1990, data em que deixou o jornalismo diário, para ficar como free-lancer, sendo durante muitos anos colaboradora do Jornal de Notícias e da revista Activa.

Actualmente está reformada do jornalismo, mas trabalha no Jornal de Mafra e, desde há 13 anos, na revista juvenil Audácia, dos missionários combonianos.

Em 1979 publicou o seu primeiro romance juvenil — Rosa, Minha Irmã Rosa — que nesse ano ganhou o “Prémio de Literatura do Ano Internacional da Criança”.

Desde então tem publicado regularmente romances juvenis, poesia, teatro, recolhas de histórias tradicionais, livros infantis.

Recebeu o prémio Calouste Gulbenkian em 1983 pelo seu livro “ Este Rei Que Eu Escolhi”; o Grande Prémio Gulbenkian pelo conjunto da obra (1984); o Prix Octogone pela edição francesa de “Os Olhos de Ana Marta”(2000); a “Estrela de Prata do Prémio Peter Pan” pela edição sueca de “Flor de Mel”, e foi várias vezes distinguida com o Prémio Corvo Branco, atribuído pela Biblioteca Internacional da Juventude de Munique.

Fez parte da equipa de escritores dos programas de televisão “Rua Sésamo”, “Jornalinho”, “Hora Viva”, “Arco-Íris”, etc.

Nos últimos anos dedicou-se à literatura para adultos, com três volumes de crónicas (Bica Escaldada, Pezinhos de Coentrada e O Que Se Leva Desta Vida), o romance histórico “Os Profetas”, uma biografia da escritora inglesa Enid Blyton, o livro autobiográfico “Histórias da Avó Alice”, três livros de poemas — Dois Corpos Tombando na Água (Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho), O Que Dói às Aves, e Os Armários da Noite — e o livro “Tejo”, juntamente com o fotógrafo brasileiro Neni Glock. Participou ainda, com mais seis autores, em romances coletivos como “Novos Mistérios de Sintra”, “O Código de Avintes”, “Eça Agora”, “13 Gotas ao Deitar” e, mais recentemente, “A Misteriosa Mulher da Ópera”.

Orienta regularmente oficinas de escrita criativa.

Desloca-se quase diariamente a escolas e bibliotecas de todo o país – e também de países onde os seus livros estão traduzidos (Espanha, França, Alemanha, Holanda, Itália, Suécia, Sérvia, etc.).

Participou com o maestro Eurico Carrapatoso no conto musical A Arca do Tesouro (interpretada pela Orquestra Metropolitana de Lisboa); e o compositor Sérgio Azevedo musicou a Charada da Bicharada, recentemente editada em CD.

É membro da direcção da Sociedade Portuguesa de Autores.

(texto elaborado pela biblioteca municipal da figueira da foz)

dessa força da natureza que é alice vieira e da sua presença nas 5as de leitura, aqui fica o registo possível

rui miguel fragas no dia do autor português, 2018


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Rui Miguel Fragas, pseudónimo de António Rui Féteira, nasceu em São Miguel de Poiares (Coimbra).

Licenciou-se em filosofia na Universidade de Coimbra.

É professor na escola secundária Dr. Bernardino Machado, na Figueira da Foz. Actor fundador do “Pateo das Galinhas” – grupo de teatro experimental da Figueira da Foz. Publicou alguns poemas e contos nas revistas Alma Azul, Aeroplano e InComunidade.

Tem 4 livros de poesia publicados: “O Nome das árvores” (Poética Edições, 2014), “Não sei se o vento” (Poética Edições, 2015) “O rumor das máquinas” (UA Editora,Universidade de Aveiro, IV Prémio Literário Aldónio Gomes, 2015) e “No Húmus”, em 2017 é o primeiro em edição de autor . Participou na antologia de poesia “As Vozes de Isaque, Derivações Poéticas a partir da obra O Último Poeta” (Poética Edições, 2016). Em 2017 venceu a VII edição do Concurso de Poesia na Biblioteca (Condeixa-a-Nova) e publicou uma antologia de contos: “A última rodada” (Poética Edições, 2017).

No dia dia 22 de Maio de 2018, fez várias sessões de apresentação de autor, de que fica o registo da realizada na escola secundária Dr. Bernardino Machado, na Figueira da Foz:

“Volta a Portugal” nas 5as de leitura


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«Volta a Portugal» na sessão de maio das «5as de Leitura»

A sessão de Maio do projecto de incentivo e promoção da leitura «5as de Leitura» conta com a presença de Álvaro Domingues e do humorista, guionista e apresentador de televisão, João Moreira, conhecido, sobretudo, pelo seu trabalho com a personagem Bruno Aleixo, de quem é co-criador e a quem dá voz.

Álvaro Domingues, geógrafo e professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde também é investigador no CEAU-Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo, vem apresentar o seu mais recente livro «Volta a Portugal», um “ verdadeiro Google Maps da portugalidade”.

(do convite)

biografia e biliografia de Álvaro Domingues

– Álvaro Domingues (Melgaço, 1959) é geógrafo e professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde também é investigador no CEAU-Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo. Para além das suas funções docentes na Universidade do Porto e noutras universidades publica com regularidade sobre temáticas relacionadas com a geografia urbana, o urbanismo e a paisagem.

obras publicadas: Políticas Urbanas; A Cultura em Acção
Impactos sociais e território; A Rua da Estrada; Vida no Campo; Volta a Portugal

https://www.wook.pt/autor/alvaro-domingues/28657

João Moreira (Coimbra, 3 de dezembro de 1980) é um humorista, guionista e apresentador de televisão português. É conhecido, sobretudo, pelo seu trabalho com a personagem Bruno Aleixo, da qual é co-criador.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Moreira

Uma sessão muito animada, dominada pela forma irónica da abordagem feita pelo autor à temática em debate: o território.

como Álvaro Domingues confessou no final da sessão, esta apresentação foi “atípica”, porque não se falou do livro – que merece a pena visitar -, mas em que se fez uma volta Portugal muito interessante (digo eu)

do acontecido fica o registo possível

 

 

joão pinto coelho nas 5as de leitura


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“Prémio Leya 2017 na próxima sessão das «5as de Leitura»

A sessão de abril do projecto de incentivo e promoção da leitura «5as de Leitura», marca encontro dia 19 de abril, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal, com João Pinto Coelho, vencedor do Prémio Leya 2017, com o romance «Os loucos da Rua Mazur», uma obra que nos faz regressar à Polónia da Segunda Guerra Mundial, que “sangra feridas históricas e nos desafia a olhar o Mal onde nunca o vemos: dentro de nós”.

Biografia: João Pinto Coelho nasceu em Londres em 1967. Licenciou-se em Arquitectura em 1992 e viveu a maior parte da sua vida em Lisboa. Passou diversas temporadas nos Estados Unidos, onde chegou a trabalhar num teatro profissional perto de Nova Iorque e dos cenários que evoca neste romance.

Em 2009 e 2011 integrou duas acções do Conselho da Europa que tiveram lugar em Auschwitz (Oswiécim), na Polónia, trabalhando de perto com diversos investigadores sobre o Holocausto.

No mesmo período, concebeu e implementou o projeto Auschwitz in 1st Per-son/A Letter to Meir Berkovich, que juntou jovens portugueses e polacos e que o levou uma vez mais à Polónia, às ruas de Oswiécim e aos campos de concentração e extermínio. A esse propósito tem realizado diversas intervenções públicas, uma das quais, como orador, na conferência internacional Portugal e o Holocausto, que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian.

Em 2012 publica «Perguntem a Sarah Gros», o seu primeiro romance. O seu romance seguinte «Os Loucos da Rua Mazur» foi o vencedor do prémio LeYa 2017.”

(programa das 5as de leitura)

da sessão que teve lugar no dia 19 de abril, fica o registo possível