literatura
hasta siempre luís

oeiras; 25 de outubro; 2008

oeiras; 25 de outubro; 2008

oeiras; 25 de outubro; 2008
cristina carvalho nas 5as de leitura
antónio lobo antunes, 40 anos. só!!!!!!!!!!!

afonso cuz nas 5as de leitura _ setembro, 2019

afonso cruz à conversa, o pensador, o escritor, o poeta.
o vídeo
maria antónia palla na sam 2019

Maria Antónia Palla nasceu no Seixal, em 1 de Janeiro de 1933, numa família laica, republicana e liberal que lhe transmitiram os valores da Liberdade, Igualdade e Fraternidade que têm norteado a sua vida. É casada, tem um filho e dois netos.
É licenciada em Ciências Histórico- Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa.
O jornalismo foi a sua única profissão. Trabalhou em diversos jornais, revistas e televisão, tendo-se destacado no tratamento de temas culturais e sociais.
Como cidadã empenhada na política, participou em todas as campanhas eleitorais antes e depois do “25 de Abril“.
Defensora apaixonada da liberdade de pensamento e de imprensa, foi a primeira mulher a ocupar o lugar de vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas e a primeira que assumiu a Presidência da Caixa de Previdência dos Jornalistas, cargo que desempenhou durante doze anos, até ao encerramento daquela instituição por um Governo socialista. Foi membro eleito do Conselho de Imprensa.
Interessada desde sempre pelos direitos das mulheres, participou activamente na campanha pela legalização do aborto.
Foi uma das fundadoras da Liga dos Direitos das Mulheres e da Biblioteca Feminista Ana de Castro Osório, núcleo especializado da Biblioteca Municipal de Belém, a segunda que existe na Europa, enquadrada num espaço público.
Defensora do acesso de todos os Povos à Democracia foi uma das fundadoras do Fórum Português para a Paz e Democracia em Angola que tem prestado apoio às forças democráticas daquele país.
Em Portugal, continua a participar civicamente em diversas acções a favor da cultura e direitos humanos.
É comendadora da Ordem da Liberdade.
http://sibila.pt/biografias/maria_antonia_palla.html
na SAM 2019, fo-lhe entregue o “Prémio Maria Barroso – Jornalismo pela Paz e pelo Desenvolvimento”
do evento aqui fica o registo considerado relevante pelo editor
maria joão fialho gouveia na sam 2019

rosabela afonso e maria joão fialho gouveia
“homens de pó” um livro mau e perigoso
“um livro que parte de uma ideia muito interessante, com personagens e diálogos bem conseguidos, mas que resultou num livro “tóxico”, com muitos erros de variadas tipologias”

escrever um romance sobre a história recente é sempre arriscado porque ainda estão vivos muitos participantes de momentos relatados, por isso o trabalho de investigação deve ser cuidado para que não se erre no relato – aqui as falhas são várias.
ao atribuir o relato a um narrador, o autor deve vestir-se com a identidade do mesmo – nova falha, há falas impossíveis para a formação/origem/idade do narrador.
“com a verdade me enganas” diz o povo. reproduzir afirmações de personagens em momentos específicos descontextualizando-as é a melhor forma de o fazer – perfeita a utilização deste método.
conhecendo o autor e aquilo que eu penso que ele pensa e que, provavelmente, ele pensa que pensa, este livro revela o exactamente o contrário.
é um livro “tóxico”, como já escrevi e escreveram, e perigoso pelas posições assumidas explicitamente, por alguém que se afirma do polo oposto ao escrito.
será uma catarse? penso que sim, mas devia ter ficado na gaveta.
usando palavras do autor, este livro “está abaixo da linha de água”
lançamento de “Pão de Açúcar” nas 5as de leitura

sílvio lima por paulo archer de carvalho
no dia 5 de fevereiro de 2019, paulo archer de carvalho apresentou na biblioteca municipal da figueira da foz a obra “Sílvio Lima”
do evento fica o registo para memória futura
Paulo Archer de Carvalho (n. 1957) é doutor e post doutorado em Letras (História da Cultura Contemporânea), mestre em História Contemporânea; foi investigador do CEIS20-UC (2010-2018), bolseiro pela FCT (2008-2016), antigo professor de Cultura Portuguesa, Cultura Clássica, Estética e História Contemporânea no ensino politécnico (1998-2007) e professor do ensino secundário (1986-1998). Objectiva a sua investigação nas áreas da história intelectual e dos intelectuais, com particular incidência no período 1890-1974, tendo publicado livros, capítulos, artigos e ensaios.
Colaborou no Dicionário dos Historiadores Portugueses e no Dicionário da I República e do Republicanismo e desenvolveu o projecto
Sobre o livro “Silvio Lima” , obra em dois volumes, refira-se a caracterização da edição e um sumário breve de conteúdo.
Obra
* vol. I – “Um místico da razão crítica”
* vol. II – “Da incondicionalidade do amor intellectualis”
(Edição da Palimage, 2018, com o apoio da Fundação Eng. António de Almeida)
Sumário breve
Desenvolvendo um estudo de fundo sobre a obra do psicólogo, filósofo e ensaísta Sílvio Lima (1904 -1993) e sobre o ambiente de repressão intelectual e de repressão filosófica que se instalou na longa conjuntura da ditadura corporativa, procura-se a novidade e legibilidade das inúmeras expressões de um pensamento original, criativo e crítico no campo do racionalismo e sobretudo, os veios de uma coerência muito forte que arrastaram Sílvio Lima para uma espécie de «exílio interno» e de esquecimento que, dir-se-ia, se pretendia irreparável.
Corresponde à versão impressa da homónima tese de doutoramento defendida em 2010 na UC.
(agradeço ao autor o original do texto supra, com pequenas alterações de disposição da minha responsabilidade)