relembrar joaquim namorado em 2018


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joaquim namorado visto por jaime do couto ferreira

no âmbito da exposição de jaime do couto ferreira e na sequência da edição do seu livro “O Herói no “Neo-realismo mágico” a editor lápis de memórias promoveu na casa da escrita, em coimbra, duas sessões sobre o poeta joaquim namorado.

neste registo, com a introdução de breves momentos da tertúlia do atrium sólum, a totalidade da sessão de 21 de setembro de 2018

 

rui miguel fragas no dia do autor português, 2018


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Rui Miguel Fragas, pseudónimo de António Rui Féteira, nasceu em São Miguel de Poiares (Coimbra).

Licenciou-se em filosofia na Universidade de Coimbra.

É professor na escola secundária Dr. Bernardino Machado, na Figueira da Foz. Actor fundador do “Pateo das Galinhas” – grupo de teatro experimental da Figueira da Foz. Publicou alguns poemas e contos nas revistas Alma Azul, Aeroplano e InComunidade.

Tem 4 livros de poesia publicados: “O Nome das árvores” (Poética Edições, 2014), “Não sei se o vento” (Poética Edições, 2015) “O rumor das máquinas” (UA Editora,Universidade de Aveiro, IV Prémio Literário Aldónio Gomes, 2015) e “No Húmus”, em 2017 é o primeiro em edição de autor . Participou na antologia de poesia “As Vozes de Isaque, Derivações Poéticas a partir da obra O Último Poeta” (Poética Edições, 2016). Em 2017 venceu a VII edição do Concurso de Poesia na Biblioteca (Condeixa-a-Nova) e publicou uma antologia de contos: “A última rodada” (Poética Edições, 2017).

No dia dia 22 de Maio de 2018, fez várias sessões de apresentação de autor, de que fica o registo da realizada na escola secundária Dr. Bernardino Machado, na Figueira da Foz:

“Volta a Portugal” nas 5as de leitura


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«Volta a Portugal» na sessão de maio das «5as de Leitura»

A sessão de Maio do projecto de incentivo e promoção da leitura «5as de Leitura» conta com a presença de Álvaro Domingues e do humorista, guionista e apresentador de televisão, João Moreira, conhecido, sobretudo, pelo seu trabalho com a personagem Bruno Aleixo, de quem é co-criador e a quem dá voz.

Álvaro Domingues, geógrafo e professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde também é investigador no CEAU-Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo, vem apresentar o seu mais recente livro «Volta a Portugal», um “ verdadeiro Google Maps da portugalidade”.

(do convite)

biografia e biliografia de Álvaro Domingues

– Álvaro Domingues (Melgaço, 1959) é geógrafo e professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde também é investigador no CEAU-Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo. Para além das suas funções docentes na Universidade do Porto e noutras universidades publica com regularidade sobre temáticas relacionadas com a geografia urbana, o urbanismo e a paisagem.

obras publicadas: Políticas Urbanas; A Cultura em Acção
Impactos sociais e território; A Rua da Estrada; Vida no Campo; Volta a Portugal

https://www.wook.pt/autor/alvaro-domingues/28657

João Moreira (Coimbra, 3 de dezembro de 1980) é um humorista, guionista e apresentador de televisão português. É conhecido, sobretudo, pelo seu trabalho com a personagem Bruno Aleixo, da qual é co-criador.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Moreira

Uma sessão muito animada, dominada pela forma irónica da abordagem feita pelo autor à temática em debate: o território.

como Álvaro Domingues confessou no final da sessão, esta apresentação foi “atípica”, porque não se falou do livro – que merece a pena visitar -, mas em que se fez uma volta Portugal muito interessante (digo eu)

do acontecido fica o registo possível

 

 

LIVROS INTERPARES


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no dia 24 de maio de 2018, no âmbito das comemorações do 108.º da biblioteca municipal da figueira da foz, teve lugar na sala de leitura da biblioteca, uma TERTÚLIA sobre O LIVRO, pensada, organizada e promovida pelo figueirense santos silva, que lhe deu o título de “LIVROS INTERPARES”.

moderada pelo presidente da câmara municipal da figueira da foz, a TERTÚLIA foi animada por figueirenses AMANTES DO LIVRO:

antónio tavares – escritor, vencedor do prémio leya 2015

antero urbano – bibliófilo

josé augusto bernardes – director da biblioteca geral da universidade de coimbra

miguel carvalho – alfarrabista com livraria aberta na figueira da foz

apesar de não ter tido a habitual divulgação com que este tipo de eventos é contemplado, a sala de leitura estava completamente cheia, a TERTÚLIA durou mais de duas horas e foi extremamente animada.

parabéns meu caro santos silva pela iniciativa, organização e a possibilidade que nos deste de podermos participar em tão enriquecedora TERTÚLIA.

aos que nos deram os seus contributos de vida – antero urbano, antónio tavares, josé bernardes e miguel carvalho – só resta tirar o chapéu e dizer: vale a pena viver numa terra que vos viu nascer ou onde habitam.

VENHAM MAIS, santos silva, ficamos à espera.

do decorrer da tertúlia fica o registo possível

 

 

 

joão pinto coelho nas 5as de leitura


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“Prémio Leya 2017 na próxima sessão das «5as de Leitura»

A sessão de abril do projecto de incentivo e promoção da leitura «5as de Leitura», marca encontro dia 19 de abril, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal, com João Pinto Coelho, vencedor do Prémio Leya 2017, com o romance «Os loucos da Rua Mazur», uma obra que nos faz regressar à Polónia da Segunda Guerra Mundial, que “sangra feridas históricas e nos desafia a olhar o Mal onde nunca o vemos: dentro de nós”.

Biografia: João Pinto Coelho nasceu em Londres em 1967. Licenciou-se em Arquitectura em 1992 e viveu a maior parte da sua vida em Lisboa. Passou diversas temporadas nos Estados Unidos, onde chegou a trabalhar num teatro profissional perto de Nova Iorque e dos cenários que evoca neste romance.

Em 2009 e 2011 integrou duas acções do Conselho da Europa que tiveram lugar em Auschwitz (Oswiécim), na Polónia, trabalhando de perto com diversos investigadores sobre o Holocausto.

No mesmo período, concebeu e implementou o projeto Auschwitz in 1st Per-son/A Letter to Meir Berkovich, que juntou jovens portugueses e polacos e que o levou uma vez mais à Polónia, às ruas de Oswiécim e aos campos de concentração e extermínio. A esse propósito tem realizado diversas intervenções públicas, uma das quais, como orador, na conferência internacional Portugal e o Holocausto, que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian.

Em 2012 publica «Perguntem a Sarah Gros», o seu primeiro romance. O seu romance seguinte «Os Loucos da Rua Mazur» foi o vencedor do prémio LeYa 2017.”

(programa das 5as de leitura)

da sessão que teve lugar no dia 19 de abril, fica o registo possível

crónicas da xávega (223)


“Os intérpretes de vidas

…. Até que ponto podemos fiar-nos nos nossos amigos e conhecidos e sócios, nos nossos amores, nos nossos pais e nos nossos filhos? Quais as suas tentações e debilidades, ou o seu grau de lealdade e a sua fortaleza? …. E mais ainda: podemos prever que amigos vão virar-nos as costas um dia e converter-se em nossos inimigos? …. Podemos fiar-nos em nós, em que não seremos nós que mudaremos e nos viraremos e atraiçoaremos, que invejaremos um dia quem hoje mais amamos e não poderemos suportar o seu contacto nem a sua presença, e decidiremos reger-nos só pelo nosso ressentimento? …… “

(in Javier Marias, “O teu rosto amanhã”, 3º volume, “ Veneno e sombra e adeus” )

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depois de muita luta o barco ganhou o mar e fez o lanço

(praia de mira; 2010)

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depois de muita luta o barco ganhou o mar e fez o lanço

obrigado fernando


obrigado fernando

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ando como se não soubesse
de outro caminho
o mar ao fundo os livros à mão

é dia de feira de rever amigos
da tertúlia das velharias
do fernando e da suméria onde
nunca fui como a quase tudo

as lombadas alinhadas
por temas e preços
bons os do fernando
patrono dos leitores ávidos
e pouco abonados

as primeiras as segundas
as que lhe calharam em sorte
os amigos agradecem
a atenção que lhes faz sempre
e são amigos todos
os que lhe compram livros

é sábado e eu não sei
se ainda há sábados para mim
todos os dias são domingo
para um reformado

ando como se não soubesse
de outro caminho
o mar ao fundo os livros à mão

comprei um livro
extraordinário
obrigado fernando

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(buarcos, feira das velharias)