rui miguel fragas no dia do autor português, 2018


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Rui Miguel Fragas, pseudónimo de António Rui Féteira, nasceu em São Miguel de Poiares (Coimbra).

Licenciou-se em filosofia na Universidade de Coimbra.

É professor na escola secundária Dr. Bernardino Machado, na Figueira da Foz. Actor fundador do “Pateo das Galinhas” – grupo de teatro experimental da Figueira da Foz. Publicou alguns poemas e contos nas revistas Alma Azul, Aeroplano e InComunidade.

Tem 4 livros de poesia publicados: “O Nome das árvores” (Poética Edições, 2014), “Não sei se o vento” (Poética Edições, 2015) “O rumor das máquinas” (UA Editora,Universidade de Aveiro, IV Prémio Literário Aldónio Gomes, 2015) e “No Húmus”, em 2017 é o primeiro em edição de autor . Participou na antologia de poesia “As Vozes de Isaque, Derivações Poéticas a partir da obra O Último Poeta” (Poética Edições, 2016). Em 2017 venceu a VII edição do Concurso de Poesia na Biblioteca (Condeixa-a-Nova) e publicou uma antologia de contos: “A última rodada” (Poética Edições, 2017).

No dia dia 22 de Maio de 2018, fez várias sessões de apresentação de autor, de que fica o registo da realizada na escola secundária Dr. Bernardino Machado, na Figueira da Foz:

“No Húmus” de rui miguel fragas: a apresentação


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em 1917 raul brandão publica a obra “Húmus”

em 1967, no cinquentenário da publicação de raul brandão, herberto helder publica o poema “Húmus” usando apenas palavras retiradas da obra homónima de raul brandão

em 2017, é a vez de rui miguel fragas publicar o livro “No húmus”, uma obra composta por 20 poemas em que “Todos os títulos dos 20 poemas que compõem este livro foram retirados dos 20 capítulos do Húmus de Raul Brandão, por ordem correspondente, segundo o texto da 3.ª edição (conforme edição Opera Omnia, 2017), uns literais, outros apócrifos …..

a minha opinião? li-o e reli-o, como todos os anteriores e dele digo como de todos: venham mais que autor temos

do lançamento deste livro, que decorreu no dia 2 de dezembro de 2017, na biblioteca municipal da figueira da foz, fica o registo possível.

Biografia

Rui Miguel Fragas, pseudónimo de António Rui Féteira, nasceu em São Miguel de Poiares (Coimbra). Licenciou-se em filosofia na Universidade de Coimbra.Publicou alguns poemas e contos nas revistas Alma Azul, Aeroplano e InComunidade.

Tem três de poesia publicados: “O Nome das árvores” (Poética Edições, 2014), “Não sei se o vento” (Poética Edições, 2015) “O rumor das máquinas” (UA Editora,Universidade de Aveiro, IV Prémio Literário Aldónio Gomes, 2015). Participou na antologia de poesia “As Vozes de Isaque, Derivações Poéticas a partir da obra O Último Poeta” (Poética Edições, 2016).

Em 2017 venceu a VII edição do Concurso de Poesia na Biblioteca (Condeixa-a-Nova) e publicou uma antologia de contos: “A última rodada” (Poética Edições, 2017).

“No Húmus” é o quarto livro de poesia, o primeiro em edição de autor.

(Nota do autor: Todos os títulos dos 20 poemas que compõem este livro foram retirados dos 20 capítulos do Húmus de Raul Brandão, por ordem correspondente, segundo o texto da 3.ª edição (conforme edição Opera Omnia, 2017), uns literais, outros apócrifos. Do resto escutei os ecos do Húmus de Herberto Hélder, material e regra)

rui miguel fragas _ “A ÚLTIMA RODADA”


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Rui Miguel Fragas, pseudónimo de António Rui Féteira, nasceu em 1964, em S. Miguel de Poiares (Coimbra). Licenciou-se em filosofia na Universidade de Coimbra. publicou alguns poemas e contos nas revistas Alma Azul e Aeroplano. tem três livros de poesia publicados: ” O Nome das Árvores” (Poética Edições, 2014), “Não sei se o Vento” (Poética Edições, 2015) e “O Rumor das Máquinas” (UA Editora, Universidade de Aveiro, IV Prémio Literário Aldónio Gomes, 2015). Participou na antologia “As Vozes do Isaque”«, Derivações Poéticas a partir da obra “O Último Poeta” (Poética Edições, 2016). Em 2017 venceu a VII edição do concurso Poesia na Bibilioteca, Condeixa-a-Nova, com o poema “O cão de Pavese”.

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O mundo está reduzido a cinzas, soluçou uma das mulheres, ao sue lado. Ardeu o mundo inteiro no meio do borralho arde agora a memória de tudo quanto ardeu. Nada disso, ripostou o coveiro. DE acordo com o que vem escrito na bíblia, ardeu, quanto muito, uma terça parte da terra e uma terça parte das árvores e uma terça parte dos homens. Quanto a nós, que é o que interessa, estamos vivos. E para quê, suspirou a mulher num fio quebrado de voz.

(da badana do livro)

da apresentação do livro de contos “A ÚLTIMA RODADA“, feita na biblioteca municipal da figueira da foz e promovida pelo clube de leitores, aqui fica o registo possível.

 

(obrigado amigo Santos Silva pelo registo)