sempre


 

erguem-se as vozes

vibram os sentires

tudo é o momento

em que

 

os olhos sobre o mar

se agigantam

no vislumbrar

do liso

da rota por onde

 

mais que homens

são o homem

não sabem

de outro caminho

que o do mar

 

SEMPRE

 

(torreira; companha do marco; 2009)

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