excerto de “pai não abra já essa porta” de manuel silva-terra


ahcravo_DSC_5594_quase_mst1

autobio
 
Nasceu no século passado numa aldeia da Beira Baixa, de parto natural feito em casa. A infância é o seu Paraíso. Frequentou o liceu de Castelo Branco, onde ganhou consciência política. Em Coimbra desenvolveu a consciência estética e começou a publicar, em Coimbra, nos Cadernos do 40, a poesia que escrevia às escondidas. A partir de então é um poço de vivências conscientes e inconscientes que procura sempre depurar no sentido de uma maior compreensão, aceitação de si e do mundo, e desenvolvimento de ligação da teoria à prática. Por isso, a poesia é acção.
 
biliografia essencial
 
Com a Língua na Orelha
Os Três Primeiros Cadernos
Calafrio
Paisagens (em colaboração)
O Livro da Ignorância
Campos Magnéticos
Pai,Não Abra Já Essa Porta
)Condomínio(
O Que Sobra
Lira
Pastor de Pedras
Canto Chão
Ser Casa
Medula

 

 

 

declAMAR Poesia nas 3as com poesia


tercas_poesia_marco_1_1024_2500

“A Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás, recebeu, dia 03 de março, pelas 21h30, na sala de leitura, mais uma sessão do projeto «Terças com Poesia».
 
A sessão, comemorativa do Dia Mundial da Poesia, foi dinamizada pelo coletivo «declAMAR Poesia», composto por cinco leitores de poesia (Catarina Matos, Lurdes Telmo, Olga Coval, Rui Amado e Vanda Ecm).”
 
(informação insyitucional)
 
do evento produzi o vídeo que segue

poesia de sempre e para sempre


83235939_2740530126024358_4866857421416431616_o
Luís Machado encerrou a exposição “Escritores, Memórias e Olhares” de Fernando Bento, com um recital de poesia
 
A exposição de fotografia de Fernando Bento “Escritores, Memórias e Olhares”, patente na sala 3 do Centro de Artes e Espectáculos desde 8 de novembro de 2019, constituída por 25 fotografias a preto e branco de diversos escritores nacionais, encerra ao público dia 02 de fevereiro com a realização do recital “Poesia de Sempre para Sempre”.
 
O recital realizou-se pelas 15h30, no Auditório Municipal, dinamizado pelo escritor Luís Machado, secretário-geral da Associação Portuguesa de Escritores e curador da exposição.
 
A iniciativa contará também com a participação de Rui de Matos, que fará o acompanhamento musical da declamação dos poemas, da autoria de Fernando Pessoa e de outros grandes nomes da literatura portuguesa.
 
Sobre a exposição
escritores_memorias_olhares__1_768_1085
 
Fotografia de Fernando Bento
 
“Estes rostos de escritores, propostos por Fernando Bento, suscitam um encadear de ideias e até um eternizar de memórias. Por trás de uma fisionomia humana há sempre uma história e uma memória. Se pensarmos assim, percebemos que o fotógrafo de que falamos não se limita a fixar e a reproduzir imagens. Ele capta, para além da máscara, a expressão dos gestos, revelando sentimentos e identificando emoções.”
 
(informação retirada da página do município da figueira da foz)
o registo

langston hughes


ahcravo_DSC_5594_quase
os poemas de langston hughes aqui ditos
 
Cross
 
My old man’s a white old man
And my old mother’s black.
If ever I cursed my white old man
I take my curses back.
 
If ever I cursed my black old mother
And wished she were in hell,
I’m sorry for that evil wish
And now I wish her well.
 
My old man died in a fine big house.
My ma died in a shack.
I wonder where I’m gonna die,
Being neither white nor black?
 
……………
 
Me and the Mule
 
My old mule,
He’s gota grin on his face.
He’s been a mule so long
He’s forgotten about his race.
 
I’m like that old mule —
Black —and don’t give a damn!
You got to take me
Like I am.