quase
“ESCREVER DEPOIS DE UM DIA DE TRABALHO ÁRDUO” de luís filipe parrado
” O prazo” de madalena de castro campos
do livro “La mariée mise à nu”
“SAL DO MUNDO: CARTA PARA OS MEUS FILHOS” de ivo machado
“Resta-nos o relógio …” de leonora rosado
“Poema I” – (Panfleto contra a paisagem) de josé gomes ferreira
“ESCRITO NUM LIVRO ABANDONADO EM VIAGEM” de álvaro de campos
no dia 10 de fevereiro de 2020 publiquei o primeiro vídeo desta série de poesia lida em voz alta, a que chamei “quase”. dois anos passaram e mais de 320 clips foram publicados, mais de 200 estão prontos a ir para o ar e as gravações continuam – quando me apetece e ….
ao longo deste tempo os clips foram semanais, bissemanais e trissemanais. a partir de hoje serão diários, de segunda a sexta.
cerca de quarenta e um anos passados sobre a primeira vez em que, em coimbra, li poesia em público, regresso com o mesmo livro e o mesmo autor “álvaro de campos”
como alguém escreveu: “um poema por dia, não sabe o bem que lhe fazia”, a intenção é essa. espero não desiludir
“PRECE” de manuel silva-terra
do livro “ÍNDIGO” constante da colectânea “CAMPOS MAGNÉTICOS”
“como se fosse um prefácio” de isabel mendes ferreira
do livro “UM CORPO (SUB)EXPOSTO”
poema [17] de maria beatriz seabra
do livro “CAMINHAR EM TERRA MOLE”