quando o mar trabalha_joão da calada


joão da calada

 

guardas no ventre
pão para a minha fome
vinho para a minha sede

que este é o destino
de quem nasceu aqui
não cruzou oceanos
à aventura de outros futuros

não partimos
mas lutamos para regressar
todos os dias
mar

desafiamos
ondas e correntes
sobreviventes que somos
desta arte de te amar

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