pescadores da torreira manifestam-se contra interdição de apanha dos bivalves


a apanha de bivalves na ria de aveiro é, nos últimos tempos, o ganha pão dos pescadores.

a enguia quase não existe, o choco este ano rareou, o linguado pouco é.

restam os bivalves….

análises pagas pelos pescadores num laboratório espanhol de referência, contraditam a interdição imposta pelas análises feitas pela entidade nacional de referência, o IPMA,  e dizem que não há qualquer perigo no consumo dos bivalves. os bivalves apanhados na ria de aveiro destinam-se quase em exclusivo ao mercado espanhol.

no meio deste desencontro de resultados quem não sobrevive são os pescadores.

o vídeo da “Ribeirinhas TV”, com entrevistas a pescadores é elucidativo

aparelhar


dentro do barco as mangas

dentro do barco a manga da mão de barca, no fundo

no aparelhar, a disposição do aparelho no barco é fundamental para que o “largar”, durante o lanço, decorra sem problemas.

a sequência de largar é: cala do reçoeiro; manga do reçoeiro; saco; manda da mão de barca; cala da mão de barca.

neste registo é a “manga da mão de barca” que entra no barco, seguir-se-á o “saco” que será amarrado à bica da ré e irá assentar na “cala da mão de barca”, que já está por debaixo do traste e à meia proa do barco, depois a “manga do reçoeiro” e, finalmente, a “cala do reçoeiro” sobre todo o conjunto.

aqui, um espreitar para o por dentro.

 

(companha do marco; torreira; 2010)