“maria senhora de mim”: conversa com antónio tavares e ricardo kalash


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“O Pateo das Galinhas – Grupo Experimental de Teatro da Figueira da Foz constituiu-se formalmente como associação cultural sem fins lucrativos a 15 de junho de 2010. É sócio fundador da Federação Portuguesa de Teatro, membro da Plataforma do Mondego e sócio 6320 da Fundação INATEL.

Para além de atividades no âmbito da formação, eventos de poesia e teatro de rua, o Pateo das Galinhas produziu e encenou 10 peças de teatro. Estreou-se em 2009 estreou-se com 667, O Vizinho da Besta, com encenação de Laura Oliveira; em 2010 apresentou As Vedetas, com encenação de Laura Oliveira; em 2011 subiu à cena Creeps, com encenação de Victor Marques; em 2012 foi a vez de Sangue Jovem, com encenação de Laura Oliveira; em 2013 apresentou Milhões de Contos, com encenação de Júlio Gomes; em 2014, também com encenação de Júlio Gomes, apresentou O Hotel; no mesmo ano, em parceria com a Associação Viver em Alegria e com encenação de Luís Ferreira, apresentou As Alegres Comadres de Buarcos; em 2015, estreou Récita, com encenação de Júlio Gomes, e Grupo de Vanguarda, em coprodução com o CAE e com encenação de Ricardo Kalash; em 2016 estreou Maria, Senhora de Mim com encenação de Ricardo Kalash.

Foi selecionado, em 2013, 2014, 2015 e 2016, para a fase final do CONTE, Concurso Nacional de Teatro. Em 2014, no CONTE, com Milhões de Contos, obteve três nomeações (melhor espetáculo, melhor encenação e melhor guarda-roupa), tendo sido galardoado com o prémio de melhor guarda-roupa e, no mesmo ano, com a mesma peça, recebeu o Prémio Europa, atribuído pela Confederação de Teatro Espanhola Escenamateur Federación Teatro. Em 2015, no CONTE, com O Hotel, foi nomeado para melhor guarda-roupa e melhor sonoplastia.

Em 2016 o Pateo das Galinhas organizou Sete Sentidos – Festa de Teatro e Literatura que pretende ser um evento anual em que, em cada edição, o desafio é promover o encontro entre o teatro e outra expressão artística. Na primeira edição foram convidados quatro grupos de teatro e respetivos encenadores e/ou dramaturgos, foram apresentadas cinco peças, duas em estreia, seguidas de conversas informais Nos bastidores do texto entre dramaturgos, encenadores, atores e público. Foi também apresentada uma tertúlia Teatro: ver literatura com encenadores e escritores. O festival abriu com António e Maria, uma produção do Teatro Meridional, com Maria Rueff, a partir da obra de António Lobo Antunes e fechou com a estreia de Maria, Senhora de Mim de António Tavares, com encenação de Ricardo Kalash e produção do Pateo das Galinhas. ”

(texto de rui féteira, poeta e actor do “páteo das galinhas”)

neste registo dá-se nota somente do debate/diálogo com o autor da peça “Maria Senhora de Mim”, antónio tavares e o encenador, ricardo kalash.

sobre a peça e suas representações consulte-se a página do facebook : https://www.facebook.com/Pateo-Das-Galinhas-Teatro-De-Bico-Grupo-Experimental-de-Teatro-147597601949552/?fref=ts&pnref=story

 

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