crónicas da xávega (91)


a estreia do ricardo silva

o arrais marco silva, o agostinho, o ricardo e o horácio

o arrais marco silva, o agostinho, o ricardo e o horácio

ontem fui pela última vez ao mar este ano. o mar estava manso por isso fui, nada de armar em campeão, nem de pôr em causa a atenção que o arrais tem de ter ao fazer do lanço. vou mas não existo como preocupação.

se para mim foi a última ida do ano, para o ricardo foi a primeira vez que o pai o deixou “ir ao motor” num lanço de xávega. a responsabilidade é grande, o sentir o motor nas mãos e o barco a seu mando, só quem alguma vez andou, pelo menos, dentro de um barco de mar pode sentir o que representa.

o mar estava manso, repito, o coração do ricardo pequenino, os olhos atentos ao mar, sempre a mirar o longe, enquanto o pai, o horácio e o agostinho lhe iam dizendo como fazer.

foi bom ver como todos se uniram em volta do ricardo, para que tudo corresse bem. e correu. foi um lanço de peixe e de fazer um puto sentir-se ainda mais homem….. e de um homem sorrir como um puto.

abraço ricardo, foi bom estar com todos no barco onde tu, pela primeira vez, te sentiste arrais.

quem sabe, para o ano eu volto

ao vivo e a cores

ao vivo e a cores

(torreira; companha do marco; 2015)

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