“RETRATO DE UM CAMPONÊS” (1616) de PIETER BRUEGEL, O JOVEM de rui almeida
“outubro …” de teresa alvarez
parabéns teresa
a fala dos retratos_34
crónicas da xávega (495)
“Vai morrendo devagar, a minha avó…” de virgínia do carmo
“Como as figueiras aqueceram … de leonora rosado
“TELEVISÃO” de teresa m. g. jardim
MATILDE CAMPILHO
poesia sempre
[ Lisboa 1982 ]

A cadência, a variação rítmica e a musicalidade da linguagem são os elementos que caracterizam a poesia da jovem poetisa Matilde Campilho. As primeiras páginas do seu livro, Jóquei, abrem-se com letras de ritmo sincopado que exploram, através de imagens e narrações, uma interpretação pessoal da experiência vivida pela autora, ou seja, entre os dois lados do continente americano e europeu. Não é por acaso que em algumas composições, palavras e frases são lidas em inglês; assim como não é tão casual o uso de expressões pertencentes à cultura brasileira.
A relação semântica e estrutural entre microtexto e macrotexto, é subserviente ao diálogo que o ego lírico entretém com o homem amado, cuja imprudência sem abandono se torna o ritmo de uma improvisação de jazz que se refere a um certo surrealismo. Um ritmo, deve-se enfatizar, que não segue necessariamente os…
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