ao rés da água


ao rés da água
a beleza sorri
líquida

os homens são ainda
a continuação de

o regresso ao terem sido
velas erguidas desafiam
o vento e a sabedoria de quem

vêm de todos os cais do concelho
onde bateiras ainda

a festa renova-se
nos boleares desafiantes

a ria abre-se de plena

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