crónicas da xávega (268)


fraca gente

escondem o rosto
o dizerem-se

quantos por detrás
nunca se sabe
muitos o silêncio
encobrir pode

na ânsia de insultar
rebaixam o nome
da terra das gentes

deixam como vermes
rasto peçonhento
fraca gente esta

vontade de a sacudir
como a areia das redes

0 ahcravo_DSC_8865

o sacudir do saco

(torreira; 2015)

 

One thought on “crónicas da xávega (268)

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