quase
dois poemas de joão habitualmente

no dia mundial da poesia
“Muranzel” de fernando pinto do amaral
excerto de “pai não abra já essa porta” de manuel silva-terra

autobio
Nasceu no século passado numa aldeia da Beira Baixa, de parto natural feito em casa. A infância é o seu Paraíso. Frequentou o liceu de Castelo Branco, onde ganhou consciência política. Em Coimbra desenvolveu a consciência estética e começou a publicar, em Coimbra, nos Cadernos do 40, a poesia que escrevia às escondidas. A partir de então é um poço de vivências conscientes e inconscientes que procura sempre depurar no sentido de uma maior compreensão, aceitação de si e do mundo, e desenvolvimento de ligação da teoria à prática. Por isso, a poesia é acção.
biliografia essencial
Com a Língua na Orelha
Os Três Primeiros Cadernos
Calafrio
Paisagens (em colaboração)
O Livro da Ignorância
Campos Magnéticos
Pai,Não Abra Já Essa Porta
)Condomínio(
O Que Sobra
Lira
Pastor de Pedras
Canto Chão
Ser Casa
Medula
dois poemas de f. s. hill
“No início a minha mãe” de rui miguel fragas
quase_pegadas
25 anos depois algumas pegadas ditas
langston hughes

os poemas de langston hughes aqui ditos
Cross
My old man’s a white old man
And my old mother’s black.
If ever I cursed my white old man
I take my curses back.
If ever I cursed my black old mother
And wished she were in hell,
I’m sorry for that evil wish
And now I wish her well.
My old man died in a fine big house.
My ma died in a shack.
I wonder where I’m gonna die,
Being neither white nor black?
……………
Me and the Mule
My old mule,
He’s gota grin on his face.
He’s been a mule so long
He’s forgotten about his race.
I’m like that old mule —
Black —and don’t give a damn!
You got to take me
Like I am.
ana madureira diz mário de sá-carneiro

“quase”
“quase” nos “estúdios quase”
com “quase” de mário de sá-carneiro
estreiam-se as publicações dos “estúdios quase”