“O pensamento operário”, de joão habitualmente


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“O pensamento operário”, de joão habitualmente é um poema do livro ” poemas físicos/da frente para a retaguarda na curva interior da estrada”

 

“Queda de neve acima dos mil e duzentos metros” de sandra costa


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“Queda de neve acima dos mil e duzentos metros” de sandra costa, faz parte do livro “Boletim meteorológico”
 
biografia
 
Sandra Costa nasceu em S. Mamede de Coronado, concelho da Trofa, a 11 de Setembro de 1971. Licenciada em História, Ramo Educacional, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1994), possui o Mestrado em História Contemporânea (2006), sendo professora de História do Ensino Básico e Secundário desde 1993.
 
obra publicada
 
Tem seis obras de poesia publicadas: Sob a luz do mar. Porto: Campo das Letras, 2002; Nada se sabe das profundezas. Porto: In-libris, 2003; Nenhuma Flor. Oito imagens e o dizer dos lábios. Belgais e In-libris, 2004; A vocação dos homens silenciosos. Maia: Cosmorama, 2006; UNTITLED, volta d’mar, 2017 e Boletim Meteorológico, volta d’mar, 2020.

alguns poemas breves do livro “animal vegetal” de f.s.hil


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do livro “Animal vegetal” editado pela “COMPANHIA DAS ILHAS”

bibliografia (recolhida)

Livro das coisas breves

Fisioterapia

Gesso

Animal Vegetal

 

“Navegação à vela”, joaquim namorado


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poema do livro “Aviso à navegação” incluído no livro “Incomodidade”
biografia
Joaquim Vitorino Namorado nasceu em 1914 e faleceu em 1986 com 72 anos de idade. Licenciou-se em Ciências Matemáticas pela Universidade de Coimbra, Até ao 25 de Abril de 1974.
Exerceu o professorado no ensino particular, já que o ensino oficial, lhe fora vedado pelo facto de ser militante do Partido Comunista Português desde 1930.
Notabilizou-se como poeta neo-realista, tendo colaborado nas revistas Seara Nova, Sol Nascente, Vértice, etc.
Entre muitas outras actividades relevantes, foi redactor e director da Revista de cultura e arte Vértice, onde ficou célebre o episódio da publicação de pensamentos de Karl Marx, assinados com o pseudónimo Carlos Marques.
Em 1983, na sequência de uma significativa homenagem por iniciativa do jornal Barca Nova, a Câmara Municipal da Figueira, instituiu “Prémio do Conto Joaquim Namorado”, que foi suspenso por Santana Lopes, aquando o seu mandato como Presidente de Câmara
Publicações
Obra poética
1941 – Aviso à Navegação
1945 – Incomodidade
1966 – A Poesia Necessária (1966).

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O Dia da Liberdade

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Este dia é um canteiro
com flores todo o ano
e veleiros lá ao largo
navegando a todo o pano.
E assim se lembra outro dia febril
que em tempos mudou a história
numa madrugada de Abril,
quando os meninos de hoje
ainda não tinham nascido
e a nossa liberdade
era um fruto prometido,
tantas vezes proibido,
que tinha o sabor secreto
da esperança e do afecto
e dos amigos todos juntos
debaixo do mesmo tecto.

José Jorge Letria

 

“ULISSES”, jorge de sousa braga


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o poema “ULISSES” foi publicado num “folheto” produzido, provavelmente em 1981, por “fenda edições”, em coimbra.
 
biografia
 
Jorge Sousa Braga nasceu em 1957 em Cervães e concluiu o curso de Medicina da Universidade do Porto em 1981 com a especialidade de Obstetrícia/Ginecologia. Iniciou a sua carreira profissional no Hospital de Santo António, no Porto. Tem vindo a trabalhar na consulta de casos de esterilidade/infertilidade. Autor de uma vasta obra poética, tem participado também em numerosas antologias, como organizador e/ou tradutor, e tem-se dedicado à escrita de livros infantis. O seu Herbário foi distinguido com o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura Infantil.
 
 
bibliografia
 
Frequentemente convidado para participar em eventos de índole cultural e/ou literária, apresenta, na sua bibliografia de originais, os seguintes títulos: De manhã vamos todos acordar com uma pérola no cu, Fenda, 1981; Plano para salvar Veneza, Fenda, 1981; A greve dos controladores do voo, Fenda, 1984; Boca do Inferno, Gota de Água, 1987; Os pés luminosos, Centelha, 1987; Fogo sobre fogo, Fenda, 1998; O poeta nu (poemas reunidos), Fenda, 1991 e 1999; Herbário, Assírio e Alvim, 1999, distinguido com o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura Infantil; Balas de pólen (antologia), Quasi Edições, 2001; A ferida aberta, Assírio e Alvim, 2001; Pó de estrelas, Assírio e Alvim, 2004; Porto de abrigo, Assírio e Alvim, 2005.
Relativamente a versões e antologias, destacam-se: Museu e outros poemas, Fenda, 1982; Filhos da neve (em colab.), de Leonard Cohen, Assírio e Alvim, 1985; O bosque sagrado (em colab.), Gota de Água, 1986; O gosto solitário do orvalho, de Matsuo Bashô, Assírio e Alvim, 1986; Sono de Primavera (poemas chineses), Litoral, 1987; O caminho estreito…, de Matsuo Bashô, Fenda, 1987 e 1995; O século das nuvens, de Guillaume Apollinaire, Hiena Editora, 1987; O vinho e as rosas, Assírio e Alvim, 1995; A religião do girassol, Assírio e Alvim, 2000; Poemas com asas, Assírio e Alvim, 2001; Primeira neve, Assírio e Alvim, 2002; Qual é a minha ou a tua língua, Assírio e Alvim, 2003; Os cinquenta poemas do amor furtivo e outros poemas eróticos da Índia antiga, Assírio e Alvim, 2004; Animal Animal – um bestiário poético, Assírio e Alvim, 2005.
 

dois poemas de manuel silva-terra


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de manuel silva-terra, dois poemas do livro “Campos magnéticos”

autobiografia

Nasceu no século passado numa aldeia da Beira Baixa, de parto natural feito em casa. A infância é o seu Paraíso. Frequentou o liceu de Castelo Branco, onde ganhou consciência política. Em Coimbra desenvolveu a consciência estética e começou a publicar, em Coimbra, nos Cadernos do 40, a poesia que escrevia às escondidas. A partir de então é um poço de vivências conscientes e inconscientes que procura sempre depurar no sentido de uma maior compreensão, aceitação de si e do mundo, e desenvolvimento de ligação da teoria à prática. Por isso, a poesia é acção.

biliografia essencial

Com a Língua na Orelha
Os Três Primeiros Cadernos
Calafrio
Paisagens (em colaboração)
O Livro da Ignorância
Campos Magnéticos
Pai,Não Abra Já Essa Porta
)Condomínio(
O Que Sobra
Lira
Pastor de Pedras
Canto Chão
Ser Casa
Medula

“HAVERÁ SEMPRE FLORES NAS ÁGUAS DESTE RIO”, leonora rosado


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biografia
leonora rosado (1971) nasceu perto de sintra.
segundo as suas próprias palavras ” procuro a nudez das palavras, o seu silêncio a sua mais alta e distante constelação”
bibliografia
Tem publicados dez livros de poesia: Dias Horizontais Noites Assim (2012, Nu Limbo Edições); O Ocaso e as Horas (2013, Nu Limbo Edições); Argila (2014, Nu Limbo Edições); A Voz Subcutânea (2015, Nu Limbo Edições); Impurezas (2016, Temas Originais); Ruptura (2016, Nu Limbo Edições); A Fenda no Sangue ( 2017, Editora Licorne); O Livro Do Sopro (2017, Editora Licorne); Trauma (2018, Editora Licorne) e Há Ténues Sinais De Cristal Nos Espelhos (2019, Edições Sem Nome).

dois poemas do livro “O FARDO DO HOMEM BRANCO”, de madalena de castro campos


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madalena de castro campos é o pseudónimo de um autor não identificado.
 
biografia
 
“Nasceu em lisboa em 1974
 
Fez, sem muito empenho, uma licenciatura em filosofia, depois uma outra em arquitectura paisagista. Trabalha em Edimburgo, Escócia, na área de design de jardins.
 
Publica o blogue Les Cahiers de La Mariée.”
 
(informação retirada da badana do livro ” O FARDO HOMEM BRANCO”)
 
bibliografia
 
O fardo do homem branco
La marié mise à nu
A gun in the garland