“HAVERÁ SEMPRE FLORES NAS ÁGUAS DESTE RIO”, leonora rosado


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biografia
leonora rosado (1971) nasceu perto de sintra.
segundo as suas próprias palavras ” procuro a nudez das palavras, o seu silêncio a sua mais alta e distante constelação”
bibliografia
Tem publicados dez livros de poesia: Dias Horizontais Noites Assim (2012, Nu Limbo Edições); O Ocaso e as Horas (2013, Nu Limbo Edições); Argila (2014, Nu Limbo Edições); A Voz Subcutânea (2015, Nu Limbo Edições); Impurezas (2016, Temas Originais); Ruptura (2016, Nu Limbo Edições); A Fenda no Sangue ( 2017, Editora Licorne); O Livro Do Sopro (2017, Editora Licorne); Trauma (2018, Editora Licorne) e Há Ténues Sinais De Cristal Nos Espelhos (2019, Edições Sem Nome).

dois poemas do livro “O FARDO DO HOMEM BRANCO”, de madalena de castro campos


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madalena de castro campos é o pseudónimo de um autor não identificado.
 
biografia
 
“Nasceu em lisboa em 1974
 
Fez, sem muito empenho, uma licenciatura em filosofia, depois uma outra em arquitectura paisagista. Trabalha em Edimburgo, Escócia, na área de design de jardins.
 
Publica o blogue Les Cahiers de La Mariée.”
 
(informação retirada da badana do livro ” O FARDO HOMEM BRANCO”)
 
bibliografia
 
O fardo do homem branco
La marié mise à nu
A gun in the garland

“Muranzel” de fernando pinto do amaral


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Fernando Pinto do Amaral nasceu em Lisboa em 1960. Frequentou a Faculdade de Medicina, mas abandonou o curso, vindo a licenciar-se em Línguas e Literaturas Modernas, concluindo o Mestrado e o Doutoramento em Literatura Portuguesa. É Professor do Departamento de Literaturas Românicas da Faculdade de Letras de Lisboa. Publicou, desde 1990, cinco livros de poesia, dois volumes de ensaio e traduziu poemas de Baudelaire, Verlaine, Jorge Luis Borges e Gabriela Mistral.
(wook)
bilbio
Acédia (1990);
Modernidade e pós-modernidade na poesia portuguesa mais recente: autores revelados na década de 70 (1990);
O mosaico fluido : modernidade e pós-modernidade na poesia portuguesa mais recente (autores revelados na década de 70) (1991);
Na órbita de Saturno: cinco ensaios e uma paráfrase (1992);
A escada de Jacob (1993);
Às cegas (1997);
Discurso e imagens da melancolia na poesia portuguesa do século XX (1997);
Poesia reunida : 1999-2000 (2000);
Pena suspensa (2004);
Fluir perene: a cultura clássica em escritores portugueses contemporâneos (2004);
A aventura no Game Boy (2004);
Área de serviço e outras histórias de amor (2006);
A luz da madrugada (2007);
Poemas escolhidos (1990 – 2007) Contos (2009);
A minha primeira Sophia (2009);
O segredo de Leonardo Volpi: romance (2009);
Paliativos (2012);
Manual de cardiologia (2016)
O Terceiro Vértice (2019)
 
(wikipédia)

excerto de “pai não abra já essa porta” de manuel silva-terra


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autobio
 
Nasceu no século passado numa aldeia da Beira Baixa, de parto natural feito em casa. A infância é o seu Paraíso. Frequentou o liceu de Castelo Branco, onde ganhou consciência política. Em Coimbra desenvolveu a consciência estética e começou a publicar, em Coimbra, nos Cadernos do 40, a poesia que escrevia às escondidas. A partir de então é um poço de vivências conscientes e inconscientes que procura sempre depurar no sentido de uma maior compreensão, aceitação de si e do mundo, e desenvolvimento de ligação da teoria à prática. Por isso, a poesia é acção.
 
biliografia essencial
 
Com a Língua na Orelha
Os Três Primeiros Cadernos
Calafrio
Paisagens (em colaboração)
O Livro da Ignorância
Campos Magnéticos
Pai,Não Abra Já Essa Porta
)Condomínio(
O Que Sobra
Lira
Pastor de Pedras
Canto Chão
Ser Casa
Medula

 

 

 

declAMAR Poesia nas 3as com poesia


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“A Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás, recebeu, dia 03 de março, pelas 21h30, na sala de leitura, mais uma sessão do projeto «Terças com Poesia».
 
A sessão, comemorativa do Dia Mundial da Poesia, foi dinamizada pelo coletivo «declAMAR Poesia», composto por cinco leitores de poesia (Catarina Matos, Lurdes Telmo, Olga Coval, Rui Amado e Vanda Ecm).”
 
(informação insyitucional)
 
do evento produzi o vídeo que segue

poesia de sempre e para sempre


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Luís Machado encerrou a exposição “Escritores, Memórias e Olhares” de Fernando Bento, com um recital de poesia
 
A exposição de fotografia de Fernando Bento “Escritores, Memórias e Olhares”, patente na sala 3 do Centro de Artes e Espectáculos desde 8 de novembro de 2019, constituída por 25 fotografias a preto e branco de diversos escritores nacionais, encerra ao público dia 02 de fevereiro com a realização do recital “Poesia de Sempre para Sempre”.
 
O recital realizou-se pelas 15h30, no Auditório Municipal, dinamizado pelo escritor Luís Machado, secretário-geral da Associação Portuguesa de Escritores e curador da exposição.
 
A iniciativa contará também com a participação de Rui de Matos, que fará o acompanhamento musical da declamação dos poemas, da autoria de Fernando Pessoa e de outros grandes nomes da literatura portuguesa.
 
Sobre a exposição
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Fotografia de Fernando Bento
 
“Estes rostos de escritores, propostos por Fernando Bento, suscitam um encadear de ideias e até um eternizar de memórias. Por trás de uma fisionomia humana há sempre uma história e uma memória. Se pensarmos assim, percebemos que o fotógrafo de que falamos não se limita a fixar e a reproduzir imagens. Ele capta, para além da máscara, a expressão dos gestos, revelando sentimentos e identificando emoções.”
 
(informação retirada da página do município da figueira da foz)
o registo