menções honrosas


ao longo dos anos tenho espalhado as fotos que vou fazendo por vários grupos e plataformas de fotografia, de variados países e tipos.
no face publico em cerca de 50 grupos, num deles tenho recebido algumas menções honrosas pelas fotos que publico, o que dá mais visibilidade ao que pretendo
DIVULGAR A NOSSA GENTE E A NOSSA TERRA
mão amiga sentiu as fotos como se eu, seleccionou-as, adicionou mais algumas, juntou-as, editou-as e dotou-as de uma música adequada, ou seja, produziu um pequeno filme, este que estão a ver.
espero que gostem

“Algarve” de artur pastor – a estória do meu exemplar


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em 1965 artur pastor publicou o livro “Algarve”, em edição bilingue, fotografia e monografia do autor.

o ano passado, depois de muito procurar e não encontrar, falei com o filho, artur costa pastor, meu amigo no face, que me disse ser possível encontrar algum exemplar no brasil, para onde tinham ido os exemplares não vendidos em portugal.

com esta informação, não tendo dinheiro suficiente para a viagem, nem passaporte, entro no site dos “sebos” brasileiros e descubro um exemplar em s. paulo. mas…. se o preço estava dentro das minhas possibilidades, os portes – o livro pesa cerca de 3 kg – eram outro tanto.

começa então a funcionar a rede de amigos das redes sociais – as malditas. lembrei-me de dois amigos : mauro mattos filho e eduardo mello. depois de falar com ambos cheguei à conclusão que o eduardo era o ideal. logo se prontificou a receber o livro e até se dava o caso de ter uma irmã que vinha periodicamente a portugal. em 2019 viria,

assim o livro que tinha ido de portugal para o brasil, foi de s. paulo para o rio de janeiro, para voltar a portugal.

entretanto bolsonaro é eleito, e uma amiga de eduardo mello resolve vir para portugal e trouxe o livro para o porto – mais uma amiga

sábado proporcionou-se uma ida ao porto e … recebi o livro das mãos do marido – outro amigo – talvez cerca de seis meses depois de ter chegado.

obrigado eduardo mello, obrigado amigos.

com ele debaixo do braço fui ter com o antero urbano à livraria alfarrabista “paraíso do livro” e pedi ao prof. eduardo – um dos proprietários – que abrisse o embrulho. perguntou-me porquê e eu respondi que logo veria.

o prof. eduardo é de famila algarvia, de olhão.

e o “Algarve” quando foi desembrulhado, de regresso a portugal, foi visto pela primeira vez por um algarvio. estava completo o ciclo.

agora está ao meu lado à espera de ser lido e relido, visto e revisto.

há estórias que apetece contar, mesmo se de repente, mesmo se mal amanhadas….

fotos comentadas por paola palmaro


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A special portrait António José Cravo, a man’s face which emerges from dark for to be touched by light and become himself a brightness capable of warming soul and heart. Concentration which makes silence to speak, gesture of hand which hypnotizes. A powerful, elusive portrait yet at the same time so poignant which enchants us. Bravissimo António!

Un ritratto speciale António José Cravo, un volto d’uomo che dal buio emerge per farsi sfiorare dalla luce e divenire egli stesso una luminosità capace di scaldare anima e cuore. Concentrazione che fa parlare il silenzio, il gesto della mano ipnotizza. Un ritratto potente, inafferrabile eppure allo stessto tempo così struggente da incantarci. Bravissimo Antonio!

alfredo cunha expõe no museu martímo de ílhavo


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Alfredo Cunha expõe no Museu Marítimo de Ílhavo “UMA NOITE NO MAR”

Este trabalho de Alfredo Cunha, fotógrafo de muitos talentos, humaniza os tripulantes das traineiras, exalta os seus gestos e restabelece a harmonia das máquinas de navegar com os caçadores de peixes. Num registo de grande fotojornalista, intuitivo e experimentado em múltiplos lugares de fotografia e de vida, Alfredo Cunha registou à sua maneira “Uma Noite no Mar”. Numa noite de vésperas de S. João, embarcou na traineira “Henrique Cambola” e saiu de Matosinhos em busca de bons mares. Habituado a ambientes hostis, por horas fez-se pescador e tripulante e fotografou as águas de estanho da noite que se despedia. Registou os gestos do mestre e dos pescadores, praguejando entre si, içando as redes e sacudindo o peixe miúdo, que resultou nesta inédita exposição de 40 de fotografias organizada pelo Museu Marítimo de Ílhavo e num extraordinário catálogo.

http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/frontoffice/pages/99?event_id=473

BIOGRAFIA do autor

Alfredo de Almeida Coelho da Cunha nasceu em Celorico da Beira em 1953.
Começou a carreira profissional ligado à publicidade e fotografia comercial em 1970. Tornou-se colaborador do J
ornal Notícias da Amadora em 1971.

Ingressou nos quadros do jornal O Século e O Século Ilustrado (1972), na Agência Noticiosa Portuguesa — ANOP (1977) e nas agências Notícias de Portugal (1982) e Lusa (1987). Foi fotógrafo oficial do Presidente da República António Ramalho Eanes, entre 1976 e 1978. Em 1985 foi designado fotógrafo oficial do Presidente da República Mário Soares, cargo que exerceu até 1996.

Foi editor de fotografia no jornal Público entre 1989 e 1997, altura em que integrou o Grupo Edipresse como editor fotográfico. Em 2000, tornou-se fotógrafo da revista Focus.
Em 2002, colaborou com Ana Sousa Dias no programa
Por Outro Lado, da RTP2. Entre 2003 e 2012, foi editor fotográfico do Jornal de Notícias e diretor de fotografia da agência Global Imagens. Atualmente, trabalha como freelancere desenvolve vários projetos editoriais. A sua primeira grande reportagem foi sobre os acontecimentos do dia 25 de abril de 1974.

Alfredo Cunha recebeu diversas distinções e homenagens, destacando-se a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique (1995) e as menções honrosas atribuídas no Euro Press Photo 1994 e no Prémio Fotojornalismo Visão|BES 2007 e 2008. Realizou várias exposições individuais e coletivas de fotografia, como Da Descolonização à Cooperação (1983) e Portugal Livre (1974). Das dezenas de livros de fotografia que já publicou destacam-se Raízes da Nossa Força (1972), Vidas Alheias (1975), Disparos (1976), Naquele Tempo (1995), O Melhor Café (1996), Porto de Mar (1998), 77 Fotografias e um Retrato (1999), Cidade das Pontes (2001),Cuidado com as Crianças (2003), A Cortina dos Dias (2012), Os Rapazes dos Tanques (2014), Toda a Esperança do Mundo (2015), Felicidade (2016) e Fátima — Enquanto HouverPortugueses (2017).

Alfredo Cunha fotografa com máquinas Fujifilm X e é um dos X Photographers da Fujifilm Global.

https://www.portoeditora.pt/autor/alfredo-cunha

(Da exposição “Uma noite no mar” inaugurada no dia 19 de Maio de 2018, fica o registo possível)