MARÍA JOSÉ QUINTELA [Vila Real 1955]

A escuridão é a nossa primeira realidade, o enigma iminente do nosso nascimento. Nosso ser microcósmico, despertando no útero, está envolto na matéria negra de nossa herança ancestral. Luz e trevas constituem o mais importante sistema dualista de forças polares que, na maioria das doutrinas iniciadoras, é a encarnação da divindade.
Em seu valor potencial, a divindade é pensamento e na dimensão do microcosmo é o inconsciente. Mas é também o som sublime, uma palavra tão húmida quanto a água e a luz que desce sobre a terra trazida pelos raios do sol. Uma palavra que se torna o movimento ou vida da divindade para todas as línguas, cores e virtudes que residem na Palavra. Para María José Quintela é também verdade, luz do ser e criação contínua do universo. O mais puro símbolo da manifestação do ser que pensa e se expressa para voltar à…
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postais da ria (402)
poema [31] de maria beatriz seabra
“Espaço livre com barcos” (2) de graça pires
poemas do primeiro “interlúdio” de “A Encenação do Amor” de teresa alvarez
“Uma faca azul nos dentes” de maria azenha
“Uma faca azul nos dentes” integra o livro “A LOUCURA DAS FACAS”
(lançamento hoje, 𝟮𝟳 𝗱𝗲 𝗡𝗼𝘃𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼 (𝘚𝘢́𝘣𝘢𝘥𝘰)
15h30ESPAÇO A SALARua Correia Garção, 11, Lisboa)
“e não sei o que escrever … ” de manuel almeida freire
“e não sei o que escrever … ” integra o livro “RACIONEMOS TAMBÉM A ESTUPIDEZ”
MEMÓRIAS DE RESISTÊNCIA
muito interessante
Dois amigos separados por um oceano trocam cartas ao som de um piano na Cidade do México.
Direção e Montagem: Felipe Nepomuceno.
Produção: Tereza Alvarez.
Argumento e Fotografia: Ondjaki.
Fotografia Adicional: Felipe Nepomuceno.
Trilha Sonora Original: Jazmín Solar.
Engenheiro de Som: Alan Saucedo.
Assessoria de Imprensa: CWEA. (2020)
Com: Eric Nepomuceno e Ondjaki.
“Poema 10” do livro “A PRIMEIRA URINA DA MANHÔ de cláudia r sampaio
o “Poema 10” do livro “A PRIMEIRA URINA DA MANHÔ integrado em “Já não me deito em pose de morrer”
