recriação da xávega, com juntas de bois, na praia da vagueira em 2008.
companha “vencedor”
com esta “artimanha” o que passa no alador é a corda, deixando o calão de fora – impedindo que este se parta e trave o mecanismo.e depois a manga.
homens, mulheres, mãos, pés, todos juntos, num só.
a xávega foi, é, e será sempre uma arte de união de esforços
(torreira; companha do marco; 2010)
queria ter palavras para ti
meu amigo
mas que palavras podem embrulhar
o que sinto
o que me sinto diante de ti
coisa pouca
depois de te conhecer
de te saber assim
enorme
depois de te ter conhecido
criança aos pés de tua mãe
na areia a olhar o mar
onde agora homem
há amigos
que nos dão vida
o prazer de ter cá estado
os ter conhecido
e nos terem deixado entrar
no seu convívio
obrigado por existires
alfredo
(torreira; companha do marco; 2010)
houvesse gaivotas por perto e a limpeza seria mais fácil.
mas nem sempre aparecem para comer e para a fotografia.
a realidade é esta, não há gaivotas sempre, por isso é preciso estar lá para trabalhar todos os dias e muitos dias para fazer um registo gaivotado
(torreira; companha do marco; 2010)