(xávega; arribar; torreira; 2014)
arribar
crónicas da xávega (574)
crónicas da xávega (566)
crónicas da xávega (562)
crónicas da xávega (552)
postais da ria (461)
crónicas da xávega (502)
crónicas da xávega (492)
crónicas da xávega (377)
nada
nada se repete nada é o mesmo nunca chegarei sem regressar cansado de ver desiludido de conhecer de já o saber a costa é longa diversos os homens não as raízes são cada dia mais ténues os elos que a desilusão corroeu outros homens virão outros eus mais sábios o mar de antes de sempre não é de ninguém mesmo de quem dele dono se julga fábrica de desilusões este estar aqui ainda por entre os dedos escorreram os dias e os homens
crónicas da xávega (370)
basta
há tanto para dizer e são tão poucas as palavras resumo-me ao fazer ao saber que se quisermos faremos e seremos digo basta e tu sabes que outra palavra por detrás digo basta e dói-me esta gente desiludida a votar no engano há tanto para dizer não basta escrever não outra vez não basta









