Maio 19, 2013 by ahcravo o meu povo venho de muito longe da fronteira onde vida e morte se confundem nos rictus dos rostos o meu povo morre num silêncio de gritos surdos na brancura das camas por entre luzes eternas trago sombra nos olhos de não haver sol para lhe ofertar
Maio 19, 2013 by ahcravo tudo arde antónio sabonete tudo pesa tudo arde aqui onde os homens para além dos limites vão (à memória do arrais zé murta; torreira; 2009)