Maio 14, 2015 by ahcravo postais da ria (83) um ponto entre zero e infinito um ponto nada mais que isso de interrogação sempre de exclamação quando entre zero e infinito um ponto muito mais que isso ponto de partida (ria de aveiro; torreira) 40.760681 -8.705260
Maio 13, 2015 by ahcravo os moliceiros têm vela (106) cansaço nos passos o peso do tempo arrastam pela calçada o corpo estão vivos e esperam devagar (torreira; regata s.paio; 2012) 40.760681 -8.705260
Maio 12, 2015 by ahcravo crónicas da xávega (64) postal arribar impossível escrever no mar à fúria das ondas só a espuma resiste para se afogar na areia sei de ti por te ver arribar (torreira; companha do marco; 2012) 40.760681 -8.705260
Maio 11, 2015 by ahcravo os moliceiros têm vela (105) declaração quero olhar o longe como se aqui quero pensar o futuro como se hoje recuso partir sem ter chegado recuso não ser (torreira; regata do s. paio; 2012) 40.760681 -8.705260
Maio 10, 2015 by ahcravo postais da ria (82) o poema redesenhar o homem à medida do sonho dar-lhe asas e um sol refazê-lo noutra geografia mais próxima do início de todos os inícios redizer-lhe o nome e sabê-lo coisa outra liberta de grilhetas e angústias de pão o poema (ria de aveiro; torreira) 40.760681 -8.705260
Maio 9, 2015 by ahcravo os moliceiros têm vela (104) para o mário viegas o poema se o é é para ser dito voado nas palavras o poema ouve-se sente-se vive caminha faz-se escuta o poema e já não és tu é o poema em ti palavras di tas (ria de aveiro; regata da ria; 2013) 40.727334 -8.687566
Maio 8, 2015 by ahcravo crónicas da xávega (63) o mar de longe escrevo-me perdido na cidade afogado em betão morrendo os dias descontados oiço o mar em mim (torreira; companha do marco; 2013) 40.760681 -8.705260
Maio 7, 2015 by ahcravo os moliceiros têm vela (103) acordar os dias não é por não teres asas que não voas é por não seres capaz de sonhar (ria de aveiro; regata da ria; 2011) 40.727334 -8.687566
Maio 6, 2015 by ahcravo crónicas da xávega (62) o peso do mar aurora rodrigues pesadas cordas estas carregadas de mar aurora rodrigues (torreira; companha do marco; 2013) liliana rodrigues
Maio 5, 2015 by ahcravo os moliceiros têm vela (102) pode tudo pode a água desgastar a pedra pode da pedra desviar-se da água pode o homem usar a pedra e sentado nela matar a sede pode também não haver pedra não haver água nem homem (murtosa; regata do bico; 2007) 40.737049 -8.639917