(torreira; 2010)
torreira
postais da ria (494)
postais da ria (493)
os moliceiros têm vela (517)
crónicas da xávega (546)
postais da ria (491)
crónicas da xávega (545)
mãos (10)
vazias mãos de tanto terem dado sou o que resta migalhas de mim por aí espalhadas e eu eu nada ao dar dei-me e fiquei assim vazio de mim a olhar o horizonte o sonho perdido no mar a gaivota a passear a areia o desespero não regresso fui-me e não voltei resta o casco carcomido encalhado não cansado
(reparar redes; torreira; 2011)









