cresço para mim sou mar eis-me início de
(o amparar da manga ao arribar; torreira; 2010)
trago no corpo o sal do verão nos olhos bailes de mar outono dentro de outono continuo virá o oiro semeado nas vinhas que não verei porque longe do mar tudo o que é longe do mar é longe de mim até estas palavras o são cada vez mais

(recriação de um lanço de xávega com bois; torreira; setembro; 2013)