poesia lida em alta voz
dois poemas de joão habitualmente

no dia mundial da poesia
“Muranzel” de fernando pinto do amaral
excerto de “pai não abra já essa porta” de manuel silva-terra

autobio
Nasceu no século passado numa aldeia da Beira Baixa, de parto natural feito em casa. A infância é o seu Paraíso. Frequentou o liceu de Castelo Branco, onde ganhou consciência política. Em Coimbra desenvolveu a consciência estética e começou a publicar, em Coimbra, nos Cadernos do 40, a poesia que escrevia às escondidas. A partir de então é um poço de vivências conscientes e inconscientes que procura sempre depurar no sentido de uma maior compreensão, aceitação de si e do mundo, e desenvolvimento de ligação da teoria à prática. Por isso, a poesia é acção.
biliografia essencial
Com a Língua na Orelha
Os Três Primeiros Cadernos
Calafrio
Paisagens (em colaboração)
O Livro da Ignorância
Campos Magnéticos
Pai,Não Abra Já Essa Porta
)Condomínio(
O Que Sobra
Lira
Pastor de Pedras
Canto Chão
Ser Casa
Medula
declAMAR Poesia nas 3as com poesia

“A Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás, recebeu, dia 03 de março, pelas 21h30, na sala de leitura, mais uma sessão do projeto «Terças com Poesia».
A sessão, comemorativa do Dia Mundial da Poesia, foi dinamizada pelo coletivo «declAMAR Poesia», composto por cinco leitores de poesia (Catarina Matos, Lurdes Telmo, Olga Coval, Rui Amado e Vanda Ecm).”
(informação insyitucional)
do evento produzi o vídeo que segue
dois poemas de f. s. hill
poesia de sempre e para sempre

Luís Machado encerrou a exposição “Escritores, Memórias e Olhares” de Fernando Bento, com um recital de poesia
A exposição de fotografia de Fernando Bento “Escritores, Memórias e Olhares”, patente na sala 3 do Centro de Artes e Espectáculos desde 8 de novembro de 2019, constituída por 25 fotografias a preto e branco de diversos escritores nacionais, encerra ao público dia 02 de fevereiro com a realização do recital “Poesia de Sempre para Sempre”.
O recital realizou-se pelas 15h30, no Auditório Municipal, dinamizado pelo escritor Luís Machado, secretário-geral da Associação Portuguesa de Escritores e curador da exposição.
A iniciativa contará também com a participação de Rui de Matos, que fará o acompanhamento musical da declamação dos poemas, da autoria de Fernando Pessoa e de outros grandes nomes da literatura portuguesa.
Sobre a exposição

Fotografia de Fernando Bento
“Estes rostos de escritores, propostos por Fernando Bento, suscitam um encadear de ideias e até um eternizar de memórias. Por trás de uma fisionomia humana há sempre uma história e uma memória. Se pensarmos assim, percebemos que o fotógrafo de que falamos não se limita a fixar e a reproduzir imagens. Ele capta, para além da máscara, a expressão dos gestos, revelando sentimentos e identificando emoções.”
(informação retirada da página do município da figueira da foz)
o registo
“No início a minha mãe” de rui miguel fragas
quase_pegadas
25 anos depois algumas pegadas ditas
langston hughes

os poemas de langston hughes aqui ditos
Cross
My old man’s a white old man
And my old mother’s black.
If ever I cursed my white old man
I take my curses back.
If ever I cursed my black old mother
And wished she were in hell,
I’m sorry for that evil wish
And now I wish her well.
My old man died in a fine big house.
My ma died in a shack.
I wonder where I’m gonna die,
Being neither white nor black?
……………
Me and the Mule
My old mule,
He’s gota grin on his face.
He’s been a mule so long
He’s forgotten about his race.
I’m like that old mule —
Black —and don’t give a damn!
You got to take me
Like I am.