poesia
o sonho e a realidade em manuel bandeira
ver o mar
era o tempo das papoilas e dos prados verdejantes
um sorriso
carta de um contratado, antónio jacinto
de tanto amar
despeço-me
história sem história
acordam o sol

acordam o sol põem a mesa o pão o café o mais se houver levantam-se carregam a enxada limpa da terra de ontem palmilham caminhos sacham cavam regam dobradas as costas ao peso do sol e da idade deitam-se com o sol que com ele se ergueram irmãs de ser hoje mais um dia
(louriçais; eira pedrinha; 2005)




