poesia de sempre e para sempre


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Luís Machado encerrou a exposição “Escritores, Memórias e Olhares” de Fernando Bento, com um recital de poesia
 
A exposição de fotografia de Fernando Bento “Escritores, Memórias e Olhares”, patente na sala 3 do Centro de Artes e Espectáculos desde 8 de novembro de 2019, constituída por 25 fotografias a preto e branco de diversos escritores nacionais, encerra ao público dia 02 de fevereiro com a realização do recital “Poesia de Sempre para Sempre”.
 
O recital realizou-se pelas 15h30, no Auditório Municipal, dinamizado pelo escritor Luís Machado, secretário-geral da Associação Portuguesa de Escritores e curador da exposição.
 
A iniciativa contará também com a participação de Rui de Matos, que fará o acompanhamento musical da declamação dos poemas, da autoria de Fernando Pessoa e de outros grandes nomes da literatura portuguesa.
 
Sobre a exposição
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Fotografia de Fernando Bento
 
“Estes rostos de escritores, propostos por Fernando Bento, suscitam um encadear de ideias e até um eternizar de memórias. Por trás de uma fisionomia humana há sempre uma história e uma memória. Se pensarmos assim, percebemos que o fotógrafo de que falamos não se limita a fixar e a reproduzir imagens. Ele capta, para além da máscara, a expressão dos gestos, revelando sentimentos e identificando emoções.”
 
(informação retirada da página do município da figueira da foz)
o registo

francisco josé viegas nas quintas de leitura


“A Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás recebeu, dia 20 de fevereiro, pelas 21h30, mais uma sessão do projeto de promoção e incentivo à leitura «5as de Leitura», que terá como convidado o escritor, jornalista e editor, Francisco José Viegas, que vem apresentar a sua mais recente obra «A Luz de Pequim» e conversar com o público sobre a sua vida e obra literárias.
 
«A Luz de Pequim» é “um policial brilhante onde o autor grava o seu olhar ácido sobre a ascensão ao poder dos incompetentes e o vazio de valores”. Neste “romance denso e crepuscular”, os leitores vão poder mergulhar nas novas páginas do inspetor Jaime Ramos, que “já se tomou um clássico no quase inexistente género do policial português”.
 
Bio
 
Francisco José Viegas nasceu em 1962. Professor, jornalista e editor, é responsável pela revista Ler e foi também diretor da revista Grande Reportagem e da Casa Fernando Pessoa. De junho de 2011 a outubro de 2012 exerceu o cargo de Secretário de Estado da Cultura.
 
Colaborou em vários jornais e revistas, e foi autor de vários programas na rádio (TSF e Antena Um) e televisão (Livro Aberto, Escrita em Dia, Ler para Crer, Primeira Página, Avenida Brasil, Prazeres, Um Café no Majestic, A Torto e a Direito, Nada de Cultura). Da sua obra destacam-se livros de poesia (Metade da Vida, O Puro e o Impuro, Se Me Comovesse o Amor) e os romances Regresso por um Rio, Crime em Ponta Delgada, Morte no Estádio, As Duas Águas do Mar, Um Céu Demasiado Azul, Um Crime na Exposição, Um Crime Capital, Lourenço Marques, Longe de Manaus (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores 2005), O Mar em Casablanca, O Colecionador de Erva, A Poeira que Cai sobre a Terra e Outras Histórias de Jaime Ramos e A Luz de Pequim.
 
 
do evento fica o registo possível

langston hughes


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os poemas de langston hughes aqui ditos
 
Cross
 
My old man’s a white old man
And my old mother’s black.
If ever I cursed my white old man
I take my curses back.
 
If ever I cursed my black old mother
And wished she were in hell,
I’m sorry for that evil wish
And now I wish her well.
 
My old man died in a fine big house.
My ma died in a shack.
I wonder where I’m gonna die,
Being neither white nor black?
 
……………
 
Me and the Mule
 
My old mule,
He’s gota grin on his face.
He’s been a mule so long
He’s forgotten about his race.
 
I’m like that old mule —
Black —and don’t give a damn!
You got to take me
Like I am.

ir ao mar com a companha dos leais


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para fazer o registo foram seguidas regras de oiro:
o mar estar manso (vê-se no registo)
ser convidado pelo arrais
adoptar todas as medidas de segurança (colete)
o posicionamento dentro do barco foi junto ao castelo da proa, encostado ao vertente, para ter apoio e maior estabilidade, uma vez que não há condições para montar tripés e a câmara está nas mãos.
o registo só se inicia depois de o barco ganhar o mar, passado o momento de embate na água, que resultaria sempre mal no registo e durante o qual é necessário estar bem firmado no barco.
fiz apenas um pequeno corte no momento de arribar, em que tive de mudar de posição dentro do barco, vindo sentar-me no primeiro traste da proa. assim a duração do registo é a duração de “uma ida ao mar”.
sem locução e sem música de fundo, quem vê o registo coloca-se no lugar de quem registou e …. vai ao mar também.
o lanço, de acordo com a terminologia das companhas do norte, foi do tipo “mão abaixo”, ou seja a mão de barca fica a sul do reçoeiro.
o aparelho da companha dos reais
como todos os aparelhos de xávega, este compõe-se de três peças fundamentais: calas, mangas e saco, dos quais importa caracterizar calas e mangas.
calas
são compostas por 10 a 12 varais – rolos de corda com cerca 200 a 220 metros
mangas
manga do reçoeiro e manga da mão de barca: ambas com cerca de 300 a 400 metros
nota:
os arinques – bóias – são amarrados nos calões – dois – e outros dois, três varais a seguir ao calões.
nas companhas do norte apenas não amarrados dois arinques junto aos calões
aqui fica o registo

 

(praia da leirosa; agosto; 2019)

rui spangler nas terças com poesia


no dia 4 de fevereiro de 2020, teve lugar mais uma “terças com poesia”, na biblioteca municipal da figueira da foz.
este mês com a presença de rui spangler
do evento ficam dois apontamentos
espero que gostem, como eu gostei