unem-se os homens dão-se as mãos fazem-se nós limpa-se a sombra renasce-se o moliceiro é bandeira amor paixão modo de vida foi de memórias pleno mais que eles é todos os que antes o foram uniram-se os homens cuidem-se os que
raw
pergunta estúpida?

escuta ouves o rumor das águas o quebrar das ondas no casco as velas pandas batendo de tanto vento o vento sopra do norte o barco voa a meta está próxima chega em primeiro ganhou a regata depois depois houve que o vender os apoios não chegavam para o manter depois depois não querem que haja regatas é esta a história de como os moliceiros por falta de apoio vão desaparecendo por vezes pergunto-me porque é que no brasil em vez de casas tradicionais portuguesas não construíram moliceiros
(regata da ria; 2010)
estranha forma de pensar cultura
o vento o norte pai dos dias quentes da costa ocidental nesse dia não se fez sentir lentos os barcos sulcaram a ria sem pressas de tempo como se dele não soubessem horas muitas quase noite quando a aveiro chegaram mal sabiam então que no ano seguinte seria noite logo pela manhã e a regata a regata seria negra que este é um país onde se enterram os vivos por ser mais fácil cuidar dos mortos chamam-lhe alguns cultura
(regata da ria; 2011)
em 2012 a regata seria cancelada “por falta de verbas”






