ahcravo gorim
“A memória e os barcos” de fernando fitas
“DIA DO PAI” de yara nakahanda monteiro
“O poema tem janelas abertas …” de antónio canteiro
postais da minha coimbra_17
postais da ria (410)
“ESTE POEMA CHAMA-SE UMA CASA” de miguel serras pereira
os moliceiros têm vela (477)
era uma vez no oeste
falarei ainda do silêncio da memória de ter sido do sopro no teu ouvido de dois corpos nus de duas sedes de duas fomes de um só desejo no mesmo beijo falarei ainda do silêncio até que não me oiçam até que dentro de ti me sintas e seja o nosso o grito
(murtosa; regata do bico; 2010)





