olho para mim retalhado por dentro mal remendado por fora mas é à vida que sorrio em cada dia

(regata de bateiras à vela; s. paio; torreira; 2014)

caminho por aí face aberta ao vento olhos abertos ao mundo coração em forma de gente ásperos são os caminhos a limpidez de que falava sophia é porto de abrigo para fugir deste cozido à portuguesa onde abunda a carne de porco o arroto e o cheiro a vinho pútrido tirem-me daqui alguém disse mas ninguém nos pode tirar de nós
(o arribar da mão de barca: torreira; 2009)