
(torreira; 2009)
hoje não te escrevo deixo que inventes as palavras que te diria se nos déssemos por dentro do silêncio onde somos peixes e aves, flores e gazelas hoje não te escrevo somos só

(torreira; 2009)
hoje não te escrevo deixo que inventes as palavras que te diria se nos déssemos por dentro do silêncio onde somos peixes e aves, flores e gazelas hoje não te escrevo somos só
há de ser inteiro na sombra dos dias
nas palavras que compõe as horas
há de ser vinho, pão e peixe…
Há de ser
não há pontos finais quando falamos
há vírgulas
em cada uma respiramo-nos
e
por dentro das clareiras que entre elas se formam
nós somos
,
,
,
,
TE
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