de manuel silva-terra, dois poemas do livro “Campos magnéticos”
poesia lida em alta voz
“EPITÁFIO” de maia gomes
“HAVERÁ SEMPRE FLORES NAS ÁGUAS DESTE RIO”, leonora rosado
dois poemas do livro “O FARDO DO HOMEM BRANCO”, de madalena de castro campos
“Epitáfio de Domingo” de cláudia r sampaio
“Amanhã é o primeiro dia de inverno” de sandra costa
“sentadas à soleira” de rui miguel fragas
dois poemas de joão habitualmente

no dia mundial da poesia
“Muranzel” de fernando pinto do amaral
excerto de “pai não abra já essa porta” de manuel silva-terra

autobio
Nasceu no século passado numa aldeia da Beira Baixa, de parto natural feito em casa. A infância é o seu Paraíso. Frequentou o liceu de Castelo Branco, onde ganhou consciência política. Em Coimbra desenvolveu a consciência estética e começou a publicar, em Coimbra, nos Cadernos do 40, a poesia que escrevia às escondidas. A partir de então é um poço de vivências conscientes e inconscientes que procura sempre depurar no sentido de uma maior compreensão, aceitação de si e do mundo, e desenvolvimento de ligação da teoria à prática. Por isso, a poesia é acção.
biliografia essencial
Com a Língua na Orelha
Os Três Primeiros Cadernos
Calafrio
Paisagens (em colaboração)
O Livro da Ignorância
Campos Magnéticos
Pai,Não Abra Já Essa Porta
)Condomínio(
O Que Sobra
Lira
Pastor de Pedras
Canto Chão
Ser Casa
Medula