(torreira; 2010)
torreira
postais da ria (433)
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postais da ria (429)
crónicas da xávega (503)
caminho por aí face aberta ao vento olhos abertos ao mundo coração em forma de gente ásperos são os caminhos a limpidez de que falava sophia é porto de abrigo para fugir deste cozido à portuguesa onde abunda a carne de porco o arroto e o cheiro a vinho pútrido tirem-me daqui alguém disse mas ninguém nos pode tirar de nós
(o arribar da mão de barca: torreira; 2009)










