nem tudo o que vem à rede é peixe o pescador que o diga quando safa as redes
ahcravo_gorim
“Quando os barcos desaparecem no mar” de rui miguel fragas
do livro “O Nome das Árvores”
a memória dos dias 19012011
agostinho trabalhito
do agostinho trabalhito (canhoto) muito haveria que contar, mas fico-me pelos últimos anos.
trabalhou na companha do falecido zé murta e trabalha agora na companha do marco. a corda ao pescoço serve para atar a manga antes do calão e, assim, impedir que alador “coma” e quebre o calão.
pelo caminho lavou pratos num restaurante e dedica-se à pesca à cana (ainda de bambu) para apanhar peixe mais “grosso” que aumente a dispensa da família ou para vender aos restaurantes.
dos muitos irmãos que tem não posso deixar de recordar dois já falecidos: o zé trabalhito e ti antónio trabalhito, ambos homens de mar, ambos homens da torreira
os moliceiros têm vela (472)
plano um de “arca e usura” de marcos foz
postais do arroz (15)
crónicas da xávega (488)
“quando o silêncio … ” de maria josé quintela
o poema ” quando o silêncio … ” faz parte do livro “HOMEOSTASIA”
“Poemas para Mário Botas” _ 1
do livro “FALAR DELE NO CÉU DE UMA PAISAGEM – poemas para Mário Botas”
“ANYWHERE OUT OF THE WORLD” de Inês Dias
“AQUELE QUE ESTÁ DIANTE DO OUTONO” de Maria João Cantinho
“RESTITUIÇÃO” de Marta Chaves
postais da ria (404)
infinitas manhãs
infinitas manhãs de gestos suspensos no vazio de não haver tecto infinitas manhãs de impiedosas mãos desfiguradas num enclavinhar de dedos na lisura das paredes infinitas manhãs de doridos olhos encovados na palidez do rosto arrastando-se fundos pelo dia imposto infinitas manhãs porque não me deixais dormir







