“qualquer dia a morte apanha-te ..” de ana paula inácio
postais da minha coimbra_17
memória_14052010
“Procuro lugar onde começa o silêncio.” (1) de graça pires
“Procuro lugar onde começa o silêncio.” de graça pires
“Porque as grandes cidades, Senhor …” de rainer maria rilke
postais da ria (410)
“ESTE POEMA CHAMA-SE UMA CASA” de miguel serras pereira
os moliceiros têm vela (477)
era uma vez no oeste
falarei ainda do silêncio da memória de ter sido do sopro no teu ouvido de dois corpos nus de duas sedes de duas fomes de um só desejo no mesmo beijo falarei ainda do silêncio até que não me oiçam até que dentro de ti me sintas e seja o nosso o grito
(murtosa; regata do bico; 2010)






