poesia
25 de abril de 2020_1
O Dia da Liberdade

Este dia é um canteiro
com flores todo o ano
e veleiros lá ao largo
navegando a todo o pano.
E assim se lembra outro dia febril
que em tempos mudou a história
numa madrugada de Abril,
quando os meninos de hoje
ainda não tinham nascido
e a nossa liberdade
era um fruto prometido,
tantas vezes proibido,
que tinha o sabor secreto
da esperança e do afecto
e dos amigos todos juntos
debaixo do mesmo tecto.
José Jorge Letria
“ULISSES”, jorge de sousa braga
dois poemas de manuel silva-terra
de manuel silva-terra, dois poemas do livro “Campos magnéticos”
“HAVERÁ SEMPRE FLORES NAS ÁGUAS DESTE RIO”, leonora rosado
dois poemas do livro “O FARDO DO HOMEM BRANCO”, de madalena de castro campos
“Muranzel” de fernando pinto do amaral
excerto de “pai não abra já essa porta” de manuel silva-terra

autobio
Nasceu no século passado numa aldeia da Beira Baixa, de parto natural feito em casa. A infância é o seu Paraíso. Frequentou o liceu de Castelo Branco, onde ganhou consciência política. Em Coimbra desenvolveu a consciência estética e começou a publicar, em Coimbra, nos Cadernos do 40, a poesia que escrevia às escondidas. A partir de então é um poço de vivências conscientes e inconscientes que procura sempre depurar no sentido de uma maior compreensão, aceitação de si e do mundo, e desenvolvimento de ligação da teoria à prática. Por isso, a poesia é acção.
biliografia essencial
Com a Língua na Orelha
Os Três Primeiros Cadernos
Calafrio
Paisagens (em colaboração)
O Livro da Ignorância
Campos Magnéticos
Pai,Não Abra Já Essa Porta
)Condomínio(
O Que Sobra
Lira
Pastor de Pedras
Canto Chão
Ser Casa
Medula
declAMAR Poesia nas 3as com poesia

“A Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás, recebeu, dia 03 de março, pelas 21h30, na sala de leitura, mais uma sessão do projeto «Terças com Poesia».
A sessão, comemorativa do Dia Mundial da Poesia, foi dinamizada pelo coletivo «declAMAR Poesia», composto por cinco leitores de poesia (Catarina Matos, Lurdes Telmo, Olga Coval, Rui Amado e Vanda Ecm).”
(informação insyitucional)
do evento produzi o vídeo que segue
poesia de sempre e para sempre

Luís Machado encerrou a exposição “Escritores, Memórias e Olhares” de Fernando Bento, com um recital de poesia
A exposição de fotografia de Fernando Bento “Escritores, Memórias e Olhares”, patente na sala 3 do Centro de Artes e Espectáculos desde 8 de novembro de 2019, constituída por 25 fotografias a preto e branco de diversos escritores nacionais, encerra ao público dia 02 de fevereiro com a realização do recital “Poesia de Sempre para Sempre”.
O recital realizou-se pelas 15h30, no Auditório Municipal, dinamizado pelo escritor Luís Machado, secretário-geral da Associação Portuguesa de Escritores e curador da exposição.
A iniciativa contará também com a participação de Rui de Matos, que fará o acompanhamento musical da declamação dos poemas, da autoria de Fernando Pessoa e de outros grandes nomes da literatura portuguesa.
Sobre a exposição

Fotografia de Fernando Bento
“Estes rostos de escritores, propostos por Fernando Bento, suscitam um encadear de ideias e até um eternizar de memórias. Por trás de uma fisionomia humana há sempre uma história e uma memória. Se pensarmos assim, percebemos que o fotógrafo de que falamos não se limita a fixar e a reproduzir imagens. Ele capta, para além da máscara, a expressão dos gestos, revelando sentimentos e identificando emoções.”
(informação retirada da página do município da figueira da foz)
o registo