(torreira; 2013)
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postais da ria (461)
“quando o mar trabalha” no novo site do museu EXEA
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os moliceiros têm vela (503)
crónicas da xávega (522)
a fala dos retratos_68
postais do arroz (21)
não escrevo guardo em branco fica tudo defraudo o plagiador obrigo-o a plagiar o meu silêncio aí sim ele é perfeito quem não vê a luz são palavras talvez um poema hipótese remota ganhei a batalha daqui ninguém rouba nada porque nada escrevi o plagiador ganhou a poesia talvez não tenha perdido nada mas é assim hoje
(semear arroz; borda do campo; 2019)










