josé santos silva ou “uma vitória do diabo”

josé santos silva ou “uma vitória do diabo”


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62 anos de idade, mais de 40 a trabalhar no museu santos rocha na figueira da foz, josé santos silva – o santos silva, como o tratam os amigos – é uma caixinha de surpresas e ele próprio um museu vivo.
com muitos e variados interesses e conhecimentos, “ajuntar” diabos é, há muitos anos, um dos seus interesses.
entre julho e novembro de 2019, está patente no museu santos rocha, na figueira da foz, um conjunto de mais 80 diabos nas mais variadas “encenações”.
a exposição leva o título “A [F]figueira tem o DIABO à beira”
homem de ideias, santos silva é um provocador dos diabos

 

fazer sal na figueira da foz


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em 2016 e 2017 fotografei o salgado da figueira – morraceira e armazéns de lavos.
aprendi os termos”chave da faina e conheci quase todos os marnotos, ou marronteiros.
das diferentes fases do trabalho de fazer sal. mão amiga recolheu neste registo o essencial, dotou-o de música e fez este foto filme.
palavras chave: talho, ugalho, rer, achegar, mexer, cumbeirar, enfeitar.

os moliceiros têm vela (366)

os moliceiros têm vela (366)


bota abaixo de “O Conquistador”

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a 30 de junho de 2019 a ria recebeu mais um moliceiro tradicional: “O Conquistador”.
 
mandado fazer por márcio nunes e domingos mole, sem quaisquer apoios financeiros que não os dinheiros próprios, foi construído por marco silva e pintado por josé manuel oliveira.
 
neste registo fica a memória do bota abaixo

 

menções honrosas


ao longo dos anos tenho espalhado as fotos que vou fazendo por vários grupos e plataformas de fotografia, de variados países e tipos.
no face publico em cerca de 50 grupos, num deles tenho recebido algumas menções honrosas pelas fotos que publico, o que dá mais visibilidade ao que pretendo
DIVULGAR A NOSSA GENTE E A NOSSA TERRA
mão amiga sentiu as fotos como se eu, seleccionou-as, adicionou mais algumas, juntou-as, editou-as e dotou-as de uma música adequada, ou seja, produziu um pequeno filme, este que estão a ver.
espero que gostem

lutar é viver


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mais um vídeo feito nos estados unidos, com fotografias minhas e selecção, edição e produção em vídeo de joão nascimento.
um abraço entre os que emigraram e a terra que é sua, por laços familiares ou origem. no caso do joão, que é da região de castelo branco, foi pelo casamento que a torreira, a murtosa, a ria, o mar, lhe entraram no ser.
impressionou-me a forma como o joão seleccionou as fotos, como se as sentisse. é um prazer ter amigos assim
melhor ver

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um vídeo feito nos estados unidos, com fotografias minhas e com selecção, edição e  produção em vídeo de joão nascimento.
um abraço entre os que emigraram e a terra que é sua, por laços familiares ou origem. no caso do joão, que é da região de castelo branco, foi pelo casamento que a torreira, a murtosa, a ria, o mar, lhe entraram no ser.
impressionou-me a forma como o joão seleccionou as fotos, como se as sentisse. é um prazer ter amigos assim
melhor ver
dia de portugal 2019

dia de portugal 2019


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9 de junho, mais um dia na minha vida em que tudo se cumpria de acordo com o habitual: abrir os olhos, ver o dia pela fresta deixada no estore, ligar-me ao mundo – ou seja activar o wifi do smart – ir à cozinha ao pequeno almoço e ver as novidades na net.
havia uma mensagem no messenger, um vídeo e uma pergunta por debaixo: “Dia de Portugal, concorda?”.
o remetente era João A Nascimento, não era meu amigo no face, mas nada é impossível, fui ver o perfil e espantei-me: natural de castelejo, castelo branco, a viver em east freehol, estados unidos.
abri o vídeo e não me contive, estava ali muito de mim, um grande amigo e o nosso mar.
depois de algum diálogo escrito e falado, esclarecidas algumas questões, fixámos o título do filme e fizemo-nos amigos no face.
9 de junho de 2019, não o vou esquecer, há dias em que merece a pena estar vivo e em que mereceu a pena ter vivido e feito o que fizemos.
o joão fez-me sentir que não foi em vão que fui registando momentos da vida da torreira, ter amigos e ter estado vivo a fazer aquilo de que sempre gostei.
o joão, de castelo branco, nos estados unidos, fez-me sentir que valeu a pena, que vale a pena.
o joão fez-me sentir que ser do mundo é ser daqui e levar este aqui ao mundo
BEM HAJAS JOÃO NASCIMENTO
o vídeo está aqui

“Os anos de Trump” nas 5as de leitura


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na sessão aqui registada eduardo paz ferreira apresentou o seu último livro ” Os anos de Trump”.
sobre o autor consulte-se a página da faculdade de direito da universidade de lisboa a ele dedicada
ou esta breve síntese na página da wook
“Cidadão europeu, nascido nos Açores, a região mais distante do centro da Europa, Eduardo Paz Ferreira é, desde sempre, um europeísta convicto que dedicou uma parte significativa da sua vida profissional e académica aos temas europeus. Com 23 anos, chefiou o Gabinete do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Primeiro Governo Constitucional, Medeiros Ferreira, e, a esse título, integrou muitas das conversações bilaterais prévias à entrega do pedido de adesão. Professor Catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, é decano do grupo de ciências jurídico-económicas e membro do Conselho Geral da Universidade. Preside ao Instituto Europeu e ao Instituto de Direito Económico, Financeiro e Fiscal, onde vem promovendo inúmeras iniciativas sobre temas europeus. Publicou diversos artigos e livros sobre essas matérias. É catedrático Jean Monnet, distinção atribuída pela Comissão Europeia.”
o essencial do registado em vídeo

 

“beto do bandolim” em 21/03/2019

“beto do bandolim” em 21/03/2019


no âmbito da sam – semana arte mulher – 2019, na figueira da foz, a animação musical nos jardins de inverno do cae, ficou a cargo da banda “beto do bandolim”.

composição da banda neste show:
 
bandolim: adalberto cavalcanti (beto do bandolim)
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percursão – wilmar chagas
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viola – bruno pereira
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vozes –  geraldo maia e clarisse fernandes
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ao longo da semana deu três espectáculos, todos eles com reportórios diferentes, no primeiro fotografei, o segundo e o terceiro, com autorização do beto, filmei.
 
com equipamento básico para gravações em zonas de luminosidade uniforme, o registo é o possível com a qualidade que se pode ver. mas era bom demais para se perder.
 
nesta gravação utilizei outra máquina mas mesmo assim os resultados não foram famosos.
 
se não gostarem da imagem, fechem os olhos e oiçam, vale a pena