excerto de “pai não abra já essa porta” de manuel silva-terra


ahcravo_DSC_5594_quase_mst1

autobio
 
Nasceu no século passado numa aldeia da Beira Baixa, de parto natural feito em casa. A infância é o seu Paraíso. Frequentou o liceu de Castelo Branco, onde ganhou consciência política. Em Coimbra desenvolveu a consciência estética e começou a publicar, em Coimbra, nos Cadernos do 40, a poesia que escrevia às escondidas. A partir de então é um poço de vivências conscientes e inconscientes que procura sempre depurar no sentido de uma maior compreensão, aceitação de si e do mundo, e desenvolvimento de ligação da teoria à prática. Por isso, a poesia é acção.
 
biliografia essencial
 
Com a Língua na Orelha
Os Três Primeiros Cadernos
Calafrio
Paisagens (em colaboração)
O Livro da Ignorância
Campos Magnéticos
Pai,Não Abra Já Essa Porta
)Condomínio(
O Que Sobra
Lira
Pastor de Pedras
Canto Chão
Ser Casa
Medula

 

 

 

postais da ria (346)


essencial
0 ahcravo_DSC_7541 s

torreira; cirandar; 2011

 
como a água essencial
a palavra
filtrada joeirada lavrada
 
na depuração do sonho
acordar apenas
no exacto instante em
que te beijo
 
no ramo restam as flores
com o teu perfume
nos meus dedos ainda
 
torna límpidas as manhãs
mesmo se de nevoeiro
o poema que não escrevi
 
os teus olhos são sempre
o essencial
 

declAMAR Poesia nas 3as com poesia


tercas_poesia_marco_1_1024_2500

“A Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás, recebeu, dia 03 de março, pelas 21h30, na sala de leitura, mais uma sessão do projeto «Terças com Poesia».
 
A sessão, comemorativa do Dia Mundial da Poesia, foi dinamizada pelo coletivo «declAMAR Poesia», composto por cinco leitores de poesia (Catarina Matos, Lurdes Telmo, Olga Coval, Rui Amado e Vanda Ecm).”
 
(informação insyitucional)
 
do evento produzi o vídeo que segue