numa folha de alface escrevi um poema depois com um prazer diferente saboreei-a o que aqui ficou caiu da folha escorregou enquanto a lavava
ahcravo_gorim
“Hölderlin_6” de manuel silva-terra
“Hölderlin” é um poema-livro do qual irei fazendo leituras de colagens que me pareçam congruentes
crónicas da xávega (376)
obrigado eugénio
dizer o teu nome dizer tantas vezes a mesma palavra até ela perder o sentido a sua ligação com o nomeado dizer como é doloroso o parto das palavras que ainda não disse ou se disse como as escrevi dizer tanto em tão pouco ser imenso e ínfimo límpido e complexo escrever “com palavras amo” e escutá-las na boca do outro
“deixo-vos” de antónio josé cravo
postais da ria (388)
a beleza do sal (119)
“Esta catedral de água …” de isabel aguiar
“Esta catedral de água …” faz parte do livro “SANDÁLIAS DO TEMPO”
os moliceiros têm vela (442)
de abril a vinte e cinco
de abril a vinte e cinco o cravo barato vulgar povo foi símbolo sem querer sem espinhos foi sonho sem espinhos foi ilusão sem sangue cansados de tanto abril a vinte e cinco foi porta foi janela o poder ser se fosse o cravo cacto espinhoso no extremo a flor a colher tivessem sangrado as mãos fosses tu a colhê-lo não o sonho ofertado fosses tu a colhê-lo fosses
Mulheres na Resistência (RTP2)
“Hölderlin_5” de manuel silva-terra
“Hölderlin” é um poema-livro do qual irei fazendo leituras de colagens que me pareçam congruentes








