
o arribar da manga

o arribar da manga

walmir chagas e geraldo maia em palco
vieram do recife, trouxeram com eles histórias de vida e da sua cultura.
juntamente com adalberto cavalcanti constituem a formação base da banda “beto do bandolim”, até junho por portugal.
senti que tinham muito para contar, senti que não os podia deixar partir sem recolher a memória que transportavam. senti e pedi. a resposta foi imediata, onde e quando?
e foi assim, com a cedência do magnífico espaço da livraria miguel carvalho, na figueira da foz, que se registou este abraço.
nada foi preparado ou ensaiado, simplesmente, como sucede na vida, aconteceu. dia 20 de março 2019, começou mais uma primavera. foi uma tarde linda.
obrigado walmir e geraldo, onde quer que estejam.
o abraço atlântico aconteceu de verdade

walmir chagas e geraldo maia em palco
dele fica o registo







em bando

os meus cisnes
ti henrique gamelas

xávega, os rolos de corda

o reçoeiro e a mão de barca são das duas cordas (cordadas) que fazem fixe no calão e através das quais se faz a alagem do aparelho.
cada uma destas “cordadas” é constituída pela união de “rolos de corda” ou “peças de corda” com 220 metros de comprimento.
o arrais marco, chega a utilizar 8 a 9 rolos num lanço, ou seja a rede é largada entre 1760m e 1980m da costa.
o enrolar dos rolos, no momento da alagem e a sua disposição correcta durante o aparelhar do barco, garantem um desenrolar sem problemas durante o “largar” do aparelho.
(torreira; companha do marco; 2010)
ti miguel bitaolra

a minha amiga cacilda, mulher do mar da torreira

a minha amiga cacilda, mulher do mar da torreira