a corrida das barcas na borda do campo, 2019


no dia 5 de maio realizou-se a tradicional corrida das barcas no rio pranto, na borda do campo.
no blog bordadocampo.com está digitalizada uma notícia d “o figueirense”, de 12 de maio de 2006 que transcrevo, dada a valia da informação sobre o evento e a quase intemporalidade do escrito.

 

da corrida realizada no passado dia 5 de maio, fica o registo da festa

 

 

 

crónicas da xávega (306)

crónicas da xávega (306)


 

abraço

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o meu amigo agostinho trabalhito (canhoto) no alador

 
quantos amigos
na memória de um só
nunca o saberei
 
no encadear
dos nomes e dos rostos
todos são um
 
amigos dão a mão
a amigos trazem-se
 
como num jogo de roda
meninos todos
rimos e cantamos os dias
juntos de novo
 
no abraço
 
(torreira; a manga no alador; 2013)

a beleza do sal (59)


boa safra

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o sr. joaquim a “achegar” na salina do romão

as alterações climáticas já se fizeram sentir na extracção do sal, o ano passado, no salgado da figueira da foz.

as chuvas tardias, atrasaram a preparação dos talhos e mais tarde a própria extracção.
salinas houve que nem produziram.
o tempo este ano também não anda famoso, chuva tardia/sol/chuva. a semana passada estive nos armazéns de lavos e já havia quem começasse a encher os talhos, no dia a seguir choveu.
tivemos um fim de semana de muito calor e …. vai chover de novo.
esperemos que este ano os produtores tenham melhor sorte e o salgado cresça e se mantenha.
aqui fica um registo de 2017, em que o marnoto está a “achegar” o sal, assim o tempo se “achegue” também.
boa safra

 

 

os moliceiros têm vela (356)

os moliceiros têm vela (356)


telegrama

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o moliceiro é esta forma de estar – para carregar o mastro todas as idades são a idade

ter um dono
e ser de todos
eis o moliceiro
(torreira; junho; 2018)
nota: enquanto autarcas, museus, universidades, doutores e engenheiros e outra gente importante, não se entendem sobre quem fará a candidatura do moliceiro a património nacional, na torreira, no museu estaleiro do monte branco, onde trabalha o mestre zé rito, o espectáculo é este.
 
de repente foi preciso carregar o mastro de um moliceiro – um moliceiro tem mastro e vela, o resto são “caricaturas” ou “amputados” que andam por aí – para reparação, logo aparecem voluntários de todas as idades dispostos a ajudar. como se dissessem:
 
– o moliceiro é nosso!