
ahcravo; gorim
postais da ria (291)

safam-se as redes para que se não safem os chocos
antónio garete (rip)

(foto na torreira, em 2010)
os moliceiros têm vela (344)


postais da figueira (1)

já não existe
à conversa com mestre antónio esteves (pardaleiro)

o mestre a trabalhar com serra tradiconal

crónicas da xávega (292)

em pardilhó com mestre arménio almeida

em julho de 2018, no estaleiro do mestre arménio de almeida, sobrinho do mestre henrique lavoura, registei um breve apontamento sobre a vida de um dos últimos mestres construtores navais, de escola tradicional, ainda em laboração.
em pardilhó, na ribeira da aldeia, falámos desta coisa que é a construção naval tradicional na ria de aveiro, barcos de mar, moliceiros, mercantéis, bateiras, ferramentas e métodos de trabalho
as ferramentas, moldes e paus de pontos, exibidos nesta conversa, saliento a “plaina curva” usada nas cavernas.
do registo para que não se esqueça, ficam as imagens possíveis
postais da ria (290)


sílvio lima por paulo archer de carvalho
no dia 5 de fevereiro de 2019, paulo archer de carvalho apresentou na biblioteca municipal da figueira da foz a obra “Sílvio Lima”
do evento fica o registo para memória futura
Paulo Archer de Carvalho (n. 1957) é doutor e post doutorado em Letras (História da Cultura Contemporânea), mestre em História Contemporânea; foi investigador do CEIS20-UC (2010-2018), bolseiro pela FCT (2008-2016), antigo professor de Cultura Portuguesa, Cultura Clássica, Estética e História Contemporânea no ensino politécnico (1998-2007) e professor do ensino secundário (1986-1998). Objectiva a sua investigação nas áreas da história intelectual e dos intelectuais, com particular incidência no período 1890-1974, tendo publicado livros, capítulos, artigos e ensaios.
Colaborou no Dicionário dos Historiadores Portugueses e no Dicionário da I República e do Republicanismo e desenvolveu o projecto
Sobre o livro “Silvio Lima” , obra em dois volumes, refira-se a caracterização da edição e um sumário breve de conteúdo.
Obra
* vol. I – “Um místico da razão crítica”
* vol. II – “Da incondicionalidade do amor intellectualis”
(Edição da Palimage, 2018, com o apoio da Fundação Eng. António de Almeida)
Sumário breve
Desenvolvendo um estudo de fundo sobre a obra do psicólogo, filósofo e ensaísta Sílvio Lima (1904 -1993) e sobre o ambiente de repressão intelectual e de repressão filosófica que se instalou na longa conjuntura da ditadura corporativa, procura-se a novidade e legibilidade das inúmeras expressões de um pensamento original, criativo e crítico no campo do racionalismo e sobretudo, os veios de uma coerência muito forte que arrastaram Sílvio Lima para uma espécie de «exílio interno» e de esquecimento que, dir-se-ia, se pretendia irreparável.
Corresponde à versão impressa da homónima tese de doutoramento defendida em 2010 na UC.
(agradeço ao autor o original do texto supra, com pequenas alterações de disposição da minha responsabilidade)