em silêncio habito a memória tão pouco sou
poesia
crónicas da xávega (379)
aos amigos
aos amigos o abraço braços de dar aos amigos ainda mesmo se aos amigos sempre só porque pela metade nada nunca que só tudo aos amigos por entre os braços a rede corre como o tempo que os levou e os trouxe nem sempre partiram como chegaram amigos foram incertos no tempo de ser aos amigos o abraço o abraço aos amigos sempre
postais da ria (391)
a beleza do sal (122)
os moliceiros têm vela (445)
crónicas da xávega (378)
postais da ria (390)
a beleza do sal (121)
os moliceiros têm vela (444)
crónicas da xávega (377)
nada
nada se repete nada é o mesmo nunca chegarei sem regressar cansado de ver desiludido de conhecer de já o saber a costa é longa diversos os homens não as raízes são cada dia mais ténues os elos que a desilusão corroeu outros homens virão outros eus mais sábios o mar de antes de sempre não é de ninguém mesmo de quem dele dono se julga fábrica de desilusões este estar aqui ainda por entre os dedos escorreram os dias e os homens












