
o “Doroteia Verónica”

o “Doroteia Verónica”

o “Doroteia Verónica”

o “Doroteia Verónica”


a manga do reçoeiro a passar no alador



safam-se as redes para que se não safem os chocos

(foto na torreira, em 2010)



já não existe


em julho de 2018, no estaleiro do mestre arménio de almeida, sobrinho do mestre henrique lavoura, registei um breve apontamento sobre a vida de um dos últimos mestres construtores navais, de escola tradicional, ainda em laboração.
em pardilhó, na ribeira da aldeia, falámos desta coisa que é a construção naval tradicional na ria de aveiro, barcos de mar, moliceiros, mercantéis, bateiras, ferramentas e métodos de trabalho
as ferramentas, moldes e paus de pontos, exibidos nesta conversa, saliento a “plaina curva” usada nas cavernas.
do registo para que não se esqueça, ficam as imagens possíveis