da escrita

dura a labuta
como pedras as gotas
de suor as mãos
pesado é o fardo
não as palavras
que o descrevem
(torreira; 2013)




o meu amigo agostinho trabalhito (canhoto)

doloroso bailado este

o “Doroteia Verónica”

o “Doroteia Verónica”

a manga do reçoeiro a passar no alador



safam-se as redes para que se não safem os chocos



já não existe